CONSULTORA DE RH – CAPITAL HUMANO

FORMADORA DE COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL

BUSINESS E LIFE COACH

“Ajudo as pessoas a colorir pensamentos”

Identifico-me como uma pessoa dinâmica, criativa, fascinada pelo comportamento humano, apaixonada pela vida, pela procura da felicidade, bem-estar e realização pessoal e profissional.

Com uma visão aberta e criativa identifico, avalio e desenvolvo o talento e as competências individuais, de equipa e das organizações, para que se tornem mais conscientes,eficientes e felizes, atingindo os resultados desejados e realizando-se plenamente na vida pessoal e profissional.

O meu propósito é facilitar mudanças positivas e duradouras.

‎"Se um dia tiver que escolher entre o Mundo e o Amor, lembre-se: Se escolher o Mundo ficará sem Amor, mas se você escolher o Amor, com ele conquistará o Mundo" - Albert Einstein

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

If you like your cats, you buy them collars and treats. If you love them, maybe you’ll go the extra mile and buy a big kitty tree. But if you really love your cats (like, maybe a little too much) you can buy them a “cat heaven” from Goldtatze.de (which means “gold paw”). A “cat heaven” is exactly what it sounds like.
The German company specializes in making very attractive kitty towers and walkways.

 Goldtatze.de
It all started when craftsman and designer Stefan Hofman decided to make some walkways for his cat, Mowgli. The kitty needed some extra space to climb in the apartment.cat-furniture2
And this was the epic result.
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Most of Gold Paw’s products focus on suspension bridges, climbing/scratching poles and kitty condos that are suspended from the ceiling.
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Cats could go an entire day without ever actually setting foot on the ground.
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If you thought your cat liked sitting on a bookshelf or on top of the furniture, then just imagine what it would do if it had access to its own wall-mounted heaven.
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These pieces seem to be custom designed (and built/shipped from the EU) so it would cost a pretty penny to get one for your American feline.cat-furniture7
Although, if your young and spritely cats love climbing, it would be totally worth the cost.
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Because then you could fill your Instagram feed with stuff like this.
 

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

University of Michigan School of Art & Design presents "Penny Stamps Distinguished Speaker Series."  The listening begins September 13, 2012 with PES:  The Art of the Short Film.  Follow the pin to UMich.edu for more info.

Psicólogos nas Escolas - RTP (14/01/2014)

Arnold Schwarzenegger - Motivação, Poder da Mente (Legendado-PT)

Motivação - Qual é o tamanho do seu apetite pelo sucesso?

Nenhum de Nós - Sobre o Tempo

O monstro e a pessoa ideal

14JAN
Por mais fantástica que seja a tua roupa, ela está mais bem vestida.
Por muito competente que sejas, ela faz um trabalho melhor.
Por muito divertidas que sejam as tuas histórias, ela faz sempre rir mais.
Por muito bem que cozinhes, ela cozinha pratos ainda melhores.
Por muito bem que penses, fales ou vivas… ela é sempre melhor.
Mas afinal quem é esta pessoa?
É simplesmente a construção que fizémos na nossa cabeça da pessoa ideal. É a imagem que inventámos algures pelo caminho, da pessoa que queremos para partilhar a nossa vida. Tipicamente é uma pessoa desenhada para uma relação próxima, mas há quem se especialize em fabricar dezenas de pessoas ideais, para aplicar a amigos, colegas e até estranhos. Depois de estar fabricada, esperamos genuinamente que as pessoas de carne e osso correspondam a ela.
Esta pessoa ideal – mesmo estando apenas na nossa cabeça – tem uma influência grande na nossa vida: há relações que não começam porque alguém não cumpre todos os requisitos da pessoa ideal. Há namoros que acabam porque um dos namorados não consegue ser como a pessoa ideal. Há casamentos que passam por dificuldades porque a pessoa ideal intromete-se demasiada vezes na vida do casal…
Mas porque criamos esta pessoa na nossa cabeça?
Por um lado é porque querermos o melhor para nós. Queremos miminhos, queremos ser gostados e tratados bem, e queremos que quem o faça seja uma pessoa fantástica. Por outro lado, queremos que a outra pessoa apague todas as nossas fraquezas. Projectamos no outro a responsabilidade de nos livrar de tudo o que nos incomoda. Queremos alguém que nos venha salvar das nossas falhas.
inesperado.org - a pessoa ideal
Contudo…o que esconde esta pessoa ideal?
O segredo que torna esta pessoa invencível em todas as áreas é o facto de ser um monstro. É um frankenstein, uma coleccção de várias pessoas diferentes, uma montagem sinistra de mil personalidades diferentes. A pessoa ideal tem que ser linda, inteligente, atenta, interessante, divertida, profunda, generosa e por aí fora, numa combinação impossível de virtudes. Acabámos por criar na nossa cabeça um monstro que tratamos como um ídolo.
O que podemos então fazer com essa pessoa?
Não vale a pena lutar com ela, porque a pessoa ideal é invencível. Mas na realidade, o problema não é haver uma pessoa ideal na nossa mioleira. O problema é levá-la demasiado a sério. Levar a sério as regras que criámos, levar a sério os critérios que inventámos, levar a sério a pessoa que fantasiámos. Esta pessoa – este monstro – é implacável com quem quer que seja. Põe a expectativa tão alta, que rebenta com qualquer possibilidade de alguém nos agradar ou surpreender.
Temos que saber brincar com ela. Saber que ela anda para ali, mas não levá-la demasiado a sério. É apenas uma ideia, teve o seu interesse em tempos, mas agora já não serve para a vida que vivemos. Somos livres de deixar o monstro de lado.
A ironia é que a pessoa ideal é incapaz de nos dar o amor que tanto desejamos. Os monstros não amam.
Todo o amor que queremos, lutamos e procuramos, vem apenas das pessoas realíssimas – de carne e osso – que rodeiam a nossa vida. A fantasia não nos dá nada do que precisamos, apenas o real nos pode encher as medidas. Tudo o que nos liberta, nos cura e nos realiza, vem do que é real.
Pela frente ficamos apenas com uma escolha: a pessoa real que temos à frente, ou a ideal que temos na cabeça.
http://apeaceful-warrior.blogspot.pt/2013/12/happiness-is-habit-cultivate-it.html

“Happiness is a habit – cultivate it.” ~ Elbert Hubbard
Happiness is one aspiration all people share. No one wants to be sad and depressed.
We’ve all seen people who are always happy – even amidst agonizing life trials. I’m not saying happy people don’t feel grief, sorrow or sadness; they just don’t let it overtake their life. The following are 21 things happy people make a habit of doing:

1. Appreciate Life

Be thankful that you woke up alive each morning. Develop a childlike sense of wonder towards life. Focus on the beauty of every living thing. Make the most of each day. Don’t take anything for granted. Don’t sweat the small stuff.

2. Choose Friends Wisely
Surround yourself with happy, positive people who share your values and goals. Friends that have the same ethics as you will encourage you to achieve your dreams. They help you to feel good about yourself. They are there to lend a helping hand when needed.

3. Be Considerate
Accept others for who they are as well as where they are in life. Respect them for who they are. Touch them with a kind and generous spirit. Help when you are able, without trying to change the other person. Try to brighten the day of everyone you come into contact with.

4. Learn Continuously
Keep up to date with the latest news regarding your career and hobbies. Try new and daring things that has sparked your interest – such as dancing, skiing, surfing or sky-diving.

5. Creative Problem Solving
Don’t wallow in self-pity. As soon as you face a challenge get busy finding a solution. Don’t let the set backs affect your mood, instead see each new obstacle you face as an opportunity to make a positive change. Learn to trust your gut instincts – it’s almost always right.

6. Do What They Love
Some statistics show that 80% of people dislike their jobs! No wonder there’s so many unhappy people running around. We spend a great deal of our life working. Choose a career that you enjoy – the extra money of a job you detest isn’t worth it. Make time to enjoy your hobbies and pursue special interests.

7. Enjoy Life
Take the time to see the beauty around you. There’s more to life than work. Take time to smell the roses, watch a sunset or sunrise with a loved one, take a walk along the seashore, hike in the woods etc. Learn to live in the present moment and cherish it. Don’t live in the past or the future.

8. Laugh
Don’t take yourself – or life to seriously. You can find humor in just about any situation. Laugh at yourself – no one’s perfect. When appropriate laugh and make light of the circumstances. (Naturally there are times that you should be serious as it would be improper to laugh.)

9. Forgive
Holding a grudge will hurt no one but you. Forgive others for your own peace of mind. When you make a mistake – own up to it – learn from it – and FORGIVE yourself.

10. Gratitude
Develop an attitude of gratitude. Count your blessings; All of them – even the things that seem trivial. Be grateful for your home, your work and most importantly your family and friends. Take the time to tell them that you are happy they are in your life.

11. Invest in Relationships
Always make sure your loved ones know you love them even in times of conflict. Nurture and grow your relationships with your family and friends by making the time to spend with them. Don’t break your promises to them. Be supportive.

12. Keep Their Word
Honesty is the best policy. Every action and decision you make should be based on honesty. Be honest with yourself and with your loved ones.

13. Meditate
Meditation gives your very active brain a rest. When it’s rested you will have more energy and function at a higher level. Types of meditation include yoga, hypnosis, relaxation tapes, affirmations, visualization or just sitting in complete silence. Find something you enjoy and make the time to practice daily.

14. Mind Their Own Business
Concentrate on creating your life the way you want it. Take care of you and your family. Don’t get overly concerned with what other people are doing or saying. Don’t get caught up with gossip or name calling. Don’t judge. Everyone has a right to live their own life the way they want to – including you.

15. Optimism
See the glass as half full. Find the positive side of any given situation. It’s there – even though it may be hard to find. Know that everything happens for a reason, even though you may never know what the reason is. Steer clear of negative thoughts. If a negative thought creeps in – replace it with a positive thought.

16. Love Unconditionally
Accept others for who they are. You don’t put limitations on your love. Even though you may not always like the actions of your loved ones – you continue to love them.

17. Persistence
Never give up. Face each new challenge with the attitude that it will bring you one step closer to your goal. You will never fail, as long as you never give up. Focus on what you want, learn the required skills, make a plan to succeed and take action. We are always happiest while pursuing something of value to us.

18. Be Proactive
Accept what can not be changed. Happy people don’t waste energy on circumstances beyond their control. Accept your limitations as a human being. Determine how you can take control by creating the outcome you desire – rather than waiting to respond.

19. Self Care
Take care of your mind, body and health. Get regular medical check ups. Eat healthy and work out. Get plenty of rest. Drink lots of water. Exercise your mind by continually energizing it with interesting and exciting challenges.

20. Self Confidence
Don’t try to be someone that you’re not. After all no one likes a phony. Determine who you are in the inside – your own personal likes and dislikes. Be confident in who you are. Do the best you can and don’t second guess yourself.

21. Take Responsibility
Happy people know and understand that they are 100% responsible for their life. They take responsibility for their moods, attitude, thoughts, feelings, actions and words. They are the first to admit when they’ve made a mistake.

Begin today by taking responsibility for your happiness. Work on developing these habits as you own. The more you incorporate the above habits into your daily lifestyle – the happier you will be.

Most of all: BE TRUE TO YOURSELF.


A Day Made of Glass... Made possible by Corning. (2011)

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

The Seven Laws of Teaching

Teacher evaluation

The Teacher Observation


Slow down mummy, there is no need to rush,
slow down mummy, what is all the fuss?
Slow down mummy, make yourself a cup tea.
Slow down mummy, come and spend some time with me.

Slow down mummy, let's put our boots on and go out for a walk,
let's kick at piles of leaves, and smile and laugh and talk.
Slow down mummy, you look ever so tired,
come sit and snuggle under the duvet and rest with me a while.

Slow down mummy, those dirty dishes can wait,
slow down mummy, let's have some fun, let's bake a cake!
Slow down mummy I know you work a lot,
but sometimes mummy, its nice when you just stop.

Sit with us a minute,
& listen to our day,
spend a cherished moment,
because our childhood is not here to stay! x

Poem by Rebekah Knight

Why Good Teachers Go Bad

So You Want a PhD in Clinical Psychology?

FAILING STUDENT EXCUSES

Differentiated Instruction

Differentiated Instruction

Differentiated Learning


As crianças vítimas de abusos vão poder passar a fazer denúncias directamente ao Comité Internacional para os Direitos da Criança a partir de Abril, com a entrada em vigor do Terceiro Protocolo Facultativo à Convenção da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre os direitos das crianças em caso de violação dos seus direitos. As crianças que tiverem esgotado todas as outras possibilidades passam a poder recorrer a esta instância internacional, como um adulto.
“Uma pessoa com menos 18 anos que considere que os seus direitos estão a ser violados, por exemplo que na escola está a ser objecto de violência e que a escola não intervém para a proteger desse risco, pode escrever ao Comité dos Direitos da Criança pedindo apoio”, explicou aos jornalistas a portuguesa Marta Santos Pais, alta-representante da ONU para as crianças, considerando como “histórica” a entrada em vigor deste mecanismo.
Ao tornar-se o 10.º país a ratificar o protocolo, a Costa Rica permitiu que este mecanismo, adoptado pela Assembleia Nacional das Nações Unidas em 2011, entrasse em vigor. Além deste país da América Central, os países que já ratificaram o novo protocolo à Convenção dos Direitos da Criança foram a Albânia, Alemanha, Bolívia, Eslováquia, Espanha, Gabão, Montenegro, Portugal e Tailândia. 
Em virtude deste novo protocolo, as crianças poderão apresentar, a título individual ou colectivo, denúncias relacionadas com violações específicas dos seus direitos, segundo os termos da convenção relativa aos direitos da criança, ao protocolo sobre as crianças em conflitos armados, e ao protocolo sobre o tráfico de crianças, prostituição e pornografia infantil.
Se um país for considerado culpado por violar a Constituição, será obrigado a aplicar as recomendações do Comité. No entanto, apenas as crianças de países cujos governos ratificaram o protocolo facultativo que estabelece um procedimento de comunicação é que poderão apresentar as denúncias ao Comité.
“A comunidade internacional colocou efectivamente os direitos das crianças em pé de igualdade com os outros direitos humanos e reconheceu que as crianças também têm o direito de recorrer a um mecanismo internacional como os adultos”, declarou, em comunicado, um conjunto de organizações internacionais não governamentais de apoio à adopção do protocolo.

O Comité dos Direitos da Criança, composto por 18 especialistas em direitos humanos, poderá actuar para proteger as crianças que apresentem denúncias de possíveis represálias, pedindo aos Estados envolvidos que tomem medidas provisórias para a criança ou grupo de crianças.

Can You Walk on Water? (Non-Newtonian Fluid Pool)

Experiência Somática Portugal 





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http://www.paisefilhos.pt/index.php/criancas/dos-0-aos-2-anos/1547-por-que-difl-dar-de-mamar?start=1&fb_action_ids=10151964501308542&fb_action_types=og.likes&fb_source=other_multiline&action_object_map=%5B438829109509468%5D&action_type_map=%5B%22og.likes%22%5D&action_ref_map=%5B%5D
Celina Pires, médica de família no Centro de Saúde de Belmonte, acompanha de perto muitas mães durante os primeiros meses da maternidade. Sobre as dificuldades que as mulheres sentem ao dar de mamar, a médica lembra as conclusões de um estudo australiano, de 2002: «A maioria das mães não está preparada para enfrentar qualquer dificuldade ou problema com a amamentação. No entanto, a maior parte das mulheres experimenta, de facto, alguns problemas relacionados com a amamentação, especialmente nas primeiras semanas de vida do bebé». Ao contrário do que muitas vezes se pensa, dar mama nem sempre acontece de forma natural. «As mulheres que pensam que amamentar é um acto fisiológico e, por isso, não precisa de ser aprendido têm mais probabilidades de serem surpreendidas por algumas dificuldades que podem levá-las a desistir precocemente», alerta a médica, que criou o site.
Chegar a casa com um novo bebé nos braços e recuperar a vida que lá existia é impossível. Insistir só vai trazer frustrações. Ana Raposeira, conselheira voluntária da Linha SOS Amamentação, sublinha a necessidade de as mães estarem preparadas para ter tempo para namorar com o bebé: «É preciso estar mentalizada para uma total disponibilidade para o bebé durante um mês ou um mês e meio. É uma fase nova, de adaptação à maternidade. Cria-se um caos emocional na família. Um misto de alegria, paixão, dúvidas, medos. No meio disto tudo, a amamentação pode parecer exagerada». Mas, complementa Celina Pires, «a razão do cansaço da mulher não é apenas, nem principalmente, a amamentação. Mas sim as tarefas domésticas e as exigências profissionais e sociais, como por exemplo o desejo de ter a casa impecável para receber as visitas». Nos primeiros tempos, é provável que o bebé não tenha horas certas para mamar. Dentro da barriga, tinha alimento quando queria, na quantidade que queria, sem pedir. Agora, é normal que assim também o exija.
Dar de mamar de três em três horas e descansar nos intervalos é um cenário idílico que poucas vezes acontece. «As mães romantizam que o bebé dorme e, nesse tempo, podem tomar banho ou ler um livro, mas o que acontece é que o bebé acorda, está uma hora na mama, porque não pega logo bem ou adormece a meio, depois é preciso mudar a fralda. A seguir, o bebé dorme um pouco no nosso colo e quando o deitamos no berço, acorda e parece que já quer mamar outra vez», frisa Ana Raposeira. Celina Pires fala também de «uma idealização da maternidade» que não corresponde à realidade. «Quando o bebé nasce, esta idealização desfaz-se. As mulheres optam então por desistir de amamentar pensando que, desse modo, ficarão mais libertas.» Mas isso, continua a médica, «é mais uma ilusão», porque também «os bebés alimentados a biberão choram imenso, acordam durante a noite e dão trabalho, além de que provavelmente adoecerão mais frequentemente e com maior gravidade».
ENCONTRAR A AJUDA CERTA
Aldina Correia tinha feito preparação para o parto e achava que tinha informação suficiente para amamentar sem dificuldades. Mas assim que teve a Mafalda nos braços percebeu que «a teoria é uma coisa e a prática é diferente». No meio do turbilhão de emoções e inseguranças que se seguem após um parto, a mama parecia não querer funcionar, o bebé parecia não saber mamar. «O leite não saía e a minha filha mordia-me o peito. Começou logo a doer-me», lembra Aldina, reconhecendo agora que o problema era o bebé estar a pegar mal na mama, colocando apenas o mamilo na boca. «A Mafalda foi posta na mama pouco tempo depois de nascer, mas a posição em que eu estava não era a melhor. Estava deitada de barriga para cima, tinha de pôr o peito para o lado, não dava jeito nenhum.» Depois disso, muitas tentativas falhadas, o peito a ingurgitar, a ficar vermelho, inflamado. O desespero. 
As enfermeiras ajudaram o que puderam. Sugeriram-lhe extrair o leite com a bomba e massajar o peito com água quente no duche, mostraram-lhe as várias posições para dar de mamar. No final, nada a fazer, disseram, e Aldina deixou a maternidade com a receita de um medicamento para secar o leite. «Eu só pensava: mas como é tão fácil para umas e tão difícil para outras?» Tomou-o durante três dias, ainda que contrariada. Valeu-lhe a recomendação de uma amiga para contactar a Linha SOS Amamentação. A voz tranquilizante da conselheira voluntária deu-lhe logo novo alento. Aldina mora na Covilhã, por isso, a voluntária sugeriu-lhe que contactasse a médica Celina Pires, em Belmonte. Deixou imediatamente de tomar os comprimidos e passou a deslocar-se dia sim, dia não ao Centro de Saúde de Belmonte. «Ter uma boa ajuda física é essencial.» Celina Pires, conta Aldina, «conseguiu que o bebé pegasse bem na mama, recomendou-me pomadas para os mamilos gretados e aconselhou-me a pôr o peito ao Sol». Em dois dias secaram as gretas e pôde ter início o plano para retomar a amamentação exclusiva.
Durante três semanas, Aldina punha o bebé à mama durante 20 minutos, enquanto tirava leite da outra mama com a bomba eléctrica para estimular a produção. «Nos primeiros dias não saía nada, mas quando o biberão começou a encher foi bastante compensador.» Essencial foi também a ajuda da mãe que tirou 15 dias de férias para poder ajudar a filha neste momento tão delicado. No final das três semanas, Mafalda deixou o biberão de vez e passou a mamar em exclusivo, sem problemas.
Além do cansaço, muitas mulheres são surpreendidas com lesões nas mamas, como mastites (mama inflamada), gretas e fissuras nos mamilos ou ingurgitamento mamário (sensação de mama cheia e em pedra), que podem ser bastante dolorosas. Estes problemas surgem quase sempre como consequência de o bebé estar a pegar mal na mama. «Se o bebé não agarra bem na mama, além de magoar a mãe, não retira bem o leite. Por isso, mama com mais frequência, o que provoca um maior desconforto na mãe», explica Ana Raposeira. Para fazer uma boa pega, esclarece, o bebé precisa de abrir bem a boca, como se estivesse a bocejar, abocanhar grande parte da aréola, manter o queixo encostado à mama e ter os lábios virados para fora. «A dor é o indicador de que o bebé não está bem colocado e que se deve procurar outra posição.»
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Encontrar a ajuda certa também não é fácil. Celina Pires sublinha a falta de formação dos profissionais de saúde nesta área: «A amamentação tem sido negligenciada na formação e treino da maior parte dos técnicos de saúde. Muitos dos conhecimentos transmitidos ao nível pré-graduado são insuficientes (ou mesmo obsoletos) para fazer face às dificuldades e dúvidas apresentadas pelas mães que amamentam». O indicado é certificar-se de que a pessoa a quem se pede ajuda «tem formação em aleitamento materno», recomenda Ana Raposeira. Afastar pressões Além de ter de lidar com as suas próprias dúvidas e inseguranças, as mães convivem ainda entre constantes pressões para dar de mamar… e para não dar de mamar. Desde as imagens de bebés felizes a serem alimentados com biberão que aparecem por todo o lado quando se está grávida aos comentários de amigos e familiares depois de o bebé nascer, do género «está a chorar é porque tem fome» ou «está tão magrinho, não está a ser bem alimentado».
«Uma mulher bem informada é uma mulher que tem segurança para tomar decisões bem fundamentadas», defende Celina Pires. A falta de contacto com outras mães a amamentarem contribui para o desconhecimento do processo. «Muitas mães nunca viram outras dar de mamar e cresceram a dar biberões aos bonecos. Afastámo-nos da nossa natureza. Não acreditamos tanto em nós», acrescenta Ana Raposeira. Mas como a pressão para dar de mamar também é muita, por ser o «melhor» para a mãe e o para o bebé, as mães que deixam de dar de mamar sentem-se, muitas vezes, culpadas. «Se a mãe desistiu de dar de mamar por falta de apoio, a culpa não será dela, mas sim da sociedade que não conseguiu corresponder.» Para evitar culpa e frustrações, Celina Pires recomenda às mães que se façam rodear das pessoas certas logo no nascimento do bebé. Como? Escolhendo um hospital cujas práticas sejam promotoras do aleitamento materno, estimulando o apoio da família (particularmente do pai e dos avós do bebé) e conhecendo os recursos disponíveis para obter apoio no decurso da amamentação.
Quase três anos depois de ter nascido a Teresinha, Constança espera agora um rapaz, o Afonso, e já tratou de organizar a sua vida para poder desfrutar em pleno da amamentação. «O envolvimento do pai é muito importante para nos sentirmos seguras. No meu caso, era ele que verificava se a Teresinha estava a pegar bem na mama e me assegurava que o leite era suficiente. Desta segunda vez, já combinámos que o pai fica em casa comigo no primeiro mês para, juntos, dividirmos tarefas e gozarmos esta fase de forma mais tranquila», conta Constança, garantindo que se sente «mais preparada para não dramatizar os percalços que possam surgir, mais paciente e receptiva às necessidades do bebé». Em resumo: «Mais segura». E esse é o segredo..

Jackie Evancho - To believe (Legendado-BR)

Hebe Camargo e Paula Fernandes - Tocando em Frente

Hebe Camargo e Maria Rita - Foi assim (Juventude e ternura) + homenagem ...

Hebe Camargo e Alcione - Como vai você

Hebe Camargo e Ivan Lins - Começar de novo

Hebe e Amigos - O que é, o que é?

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Sporting - Hino do Centenário - Fogo de Leão

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