CONSULTORA DE RH – CAPITAL HUMANO

FORMADORA DE COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL

BUSINESS E LIFE COACH

“Ajudo as pessoas a colorir pensamentos”

Identifico-me como uma pessoa dinâmica, criativa, fascinada pelo comportamento humano, apaixonada pela vida, pela procura da felicidade, bem-estar e realização pessoal e profissional.

Com uma visão aberta e criativa identifico, avalio e desenvolvo o talento e as competências individuais, de equipa e das organizações, para que se tornem mais conscientes,eficientes e felizes, atingindo os resultados desejados e realizando-se plenamente na vida pessoal e profissional.

O meu propósito é facilitar mudanças positivas e duradouras.

‎"Se um dia tiver que escolher entre o Mundo e o Amor, lembre-se: Se escolher o Mundo ficará sem Amor, mas se você escolher o Amor, com ele conquistará o Mundo" - Albert Einstein

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Bob Sinclar - Love Generation

Lente Mandereineend

Bob Sinclar Feat. Steve Edwards - Together

Mat Kearney - Breathe In Breathe Out (video with images)

http://www.ted.com/talks/ahn_trio_a_modern_take_on_piano_violin_cello.html

As palavras

As Palavras
São como um cristal,
as palavras.
Algumas, um punhal,
um incêndio.
Outras,
orvalho apenas.

Secretas vêm, cheias de memória.
Inseguras navegam:
barcos ou beijos,
as águas estremecem.

Desamparadas, inocentes, leves.
Tecidas são de luz
e são a noite.
E mesmo pálidas
verdes paraísos lembram ainda.

Quem as escuta?
Quem as recolhe, assim,
cruéis, desfeitas,
nas suas conchas puras?

Eugénio de Andrade

quinta-feira, 21 de abril de 2011

The Other Guys - Don't Wanna Miss a Thing

[Shanghai World Expo Closing Ceremony Concert 720HD] 04 - Fusion of Art ...

The Mum Song

Emily Bear at Carnegie Hall

Literacia Emocional

"O percurso da vida significa um percurso de aprendizagem, que permite ultrapassar fronteiras e descobrir novos horizontes, tanto interiormente como exteriormente (...)" Paulo Freire



Literacia emocional

"À capacidade de ler os afectos nos outros chamamos literacia emocional, e devia ser uma capacidade tão presente e desenvolvida em cada um de nós como a de ler, escrever e contar. (...) Hoje, grande parte dos problemas que enfrentamos têm como base uma profunda literacia emocional, isto é, uma incapacidade de ler e respeitar o mundo emocional dos outros... A causa? A incapacidade de muitos adultos de se lerem a eles próprios em sociedades que investem profundamente no exterior esquecendo o interior, desprezam os sentimentos achando-os um entrave ao pensamento (quando são a sua base), não compreendem as ligações da parte física à psíquica, ignoram a importância do bem-estar individual para o social e não criam espaços de aprendizagem e trabalho saudáveis e criativos."
Pedro Strecht. (2004). Quero-te Muito. Crónicas para Pais sobre Filhos. Lisboa: Assírio & Alvim.


Goleman (2003) diagnostica um estado de iliteracia emocional cujos custos sociais são enormes. O raciocínio é simples: numa sociedade onde as capacidades emocionais individuais, como a empatia, a resistência à frustração, a identificação e regulação de emoções, o autocontrolo não são valorizadas, os problemas sociais tornar-se-ão incontroláveis.  
Simplificando, às escolas e aos pais, bem como às outras instâncias de socialização, é sugerida uma dimensão de acção adicional: o treino e a educação emocional. Tal proposta é feita, não só tomando em consideração os problemas da actual organização social, mas também pressupondo que uma adequada preparação para  a cultura dos postos de trabalho do futuro terá, necessariamente, de articular e integrar a situação emocional dos trabalhadores. 
Apela-se por isso a que os educadores não dêem importância às emoções negativas e, numa tentativa de avançar para o optimismo, aceitem o desafio de criar novos hábitos emocionais de consciência e controlo dos sentimentos, interrompendo padrões de pensamento cristalizados (Marujo, H. et al; 2003). Os pais e professores podem utilizar a sua própria inteligência emocional para compreenderem melhor as crianças e serem ainda melhores educadores, usando a emoção para provocar mudanças e acções positivas. 
As emoções humanas são um universo  no interior do qual gravitamos a todo o instante e todos os dias da nossa vida, para não dizer em cada minuto e mesmo em cada segundo. Neste sentido, temos de fazer frente às nossas emoções e às dos outros. As emoções desempenham um papel central e capital no equilíbrio e na saúde dos  seres humanos. Elas tanto nos podem dominar, como fazer-nos felizes, tanto podem iluminar a nossa existência, como torná-la obscura e insuportável. Mas as emoções existem e devemos viver com elas.
http://www.dgidc.min-edu.pt/revista_noesis/Documents/artigos_teoricos/Artigo_literacia_emocional.pdf

segunda-feira, 18 de abril de 2011

C5N - LOS ENIGMAS DEL CEREBRO - PARTE 1

Is the Pursuit of Happiness Making Us Miserable? - Petrea King

Los 7 Habitos de la Gente Altamente Efectiva

El Octavo Hábito. Stephen Covey

Pedras Grandes

http://www.ted.com/talks/lang/por_br/larry_lessig_says_the_law_is_strangling_creativity.html

http://www.ted.com/talks/lang/por_br/larry_lessig_says_the_law_is_strangling_creativity.html

Publicidade - VB

3 year old Jonathan conducting to the 4th movement of Beethoven's 5th Sy...

Jonathan conducts Chamber Orchestra Kremlin.mp4

3 year old Jonathan conducting to Brahms Symphony No 1

Brad Mehldau - My Favourite Things (solo - Jazz a Vienne 2010)

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Acções de Formação sobre TÉCNICAS DE APRESENTAÇÃO em Hospitais




Em parceria com a Lundbeck tem sido realizadas acções de formação em técnicas de apresentação nos Hospitais Nacionais 
(Santa Maria, S. Francisco Xavier, IPO, Júlio de Matos)



“A nossa voz é o nosso corpo em sopro”. Provérbio árabe
"Pense como um sábio, mas comunique na linguagem do povo". William Butter Yeats

“Ao desenvolver a linguagem enriquecendo o significado das palavras, o poeta está a tornar possível uma gama muito mais ampla de emoções e percepções para outros homens, porque lhes dá a fala na qual é possível expressar-se melhor”. Thomas Stearns Eliot

"A nossa capacidade de comunicação não é medida pela forma como dizemos, mas pela maneira como somos entendidos". Andrew S. Grove

"O mais importante na comunicação é escutar aquilo que não foi dito". Peter Drucker

“Duas coisas indicam fraqueza: calar-se quando é preciso falar, e falar quando é preciso calar-se.” Provérbio persa




A comunicação é essencial à vida do Homem. O sucesso pessoal e organizacional depende da forma como comunicamos.
A arte da comunicação está em ser pró-activo, de dizer o que deve ser dito na hora que deve ser dita e com as palavras e gestos adequados à compreensão do interlocutor.
As Técnicas de Apresentação servem para o melhor resultado possível de uma palestra ou reunião.
São habilidades devidamente comprovadas, que preparam os
Não há a menor dúvida de que uma apresentação bem feita é o melhor marketing pessoal e organizacional.
A linguagem há que ser clara e as palavras utilizadas estarem a nível de compreensão daquele a quem nos dirigimos.
Agir assim significa que a priori compreendemos, estamos atentos e ouvimos e observamos às expectativas do receptor, a quem estamos enviando a mensagem.
A forma de falar, o tom e a modulação de voz, os movimentos do corpo são componentes importantes a serem trabalhados. As posturas e o olhar dizem mais sobre as intenções do que as palavras, têm um poder incrível na comunicação e podemos desenvolvê-las.
Conhecer os obstáculos, as resistências e objecções naturais das pessoas a qualquer tipo de informação são fundamentais, para que se possa ao entendê-las e compreendê-las, conseguir contorná-las e criar argumentos positivos e pró-activos que concretizem a comunicação.
A eficácia da comunicação está em se o receptor captar a informação de forma distorcida, aceitá-la e interagir com este novo dado pró-activamente.
A comunicação eficaz é o primeiro passo para o mais importante acto da natureza humana, o diálogo.
Mas ouve-se muito: “Comunicar com o outro não é fácil”! Será?
A este processo está associada a transmissão da mensagem, a forma como a recepcionamos, e como estamos atentos às necessidades do interlocutor.
Comunicar torna-se uma arte ao aplicarmos as técnicas Assertivas e as seis linhas de pensamento no quotidiano.

UMA CRIANÇA, UM INSTRUMENTO

sexta-feira, 25 de março de 2011

Trata a Vida Por Tu - Casino Estoril 1

www.wecreate.pt Daniel Sa Nogueira Palestra 1000 pessoas Julho2009

IV Plano Nacional para a Igualdade, Género, Cidadania e Não Discriminação (2011-2013)





Nas Grandes Opções do Plano e no Programa do Governo, em matéria de igualdade de género, o XVIII Governo Constitucional propõe consolidar as medidas promotoras da igualdade de género já postas em prática, aprofundar a transversalidade da perspectiva de género nas políticas públicas e fortalecer os mecanismos e estruturas que promovam uma igualdade efectiva entre mulheres e homens.

Com o III Plano para a Igualdade – Cidadania e Género (2007-2010) procurou-se um reforço da política nacional no domínio da igualdade de género, dando cumprimento aos compromissos assumidos quer a nível nacional, quer a nível internacional, através da integração da dimensão de género nas diversas áreas de política e de acções específicas para a promoção da igualdade de género, incluindo acções positivas.

O IV Plano Nacional para a Igualdade, Género, Cidadania e Não Discriminação, 2011-2013, iniciativa da Presidência do Conselho de Ministros através da Secretaria de Estado da Igualdade, é o instrumento de políticas públicas de promoção da igualdade e enquadra-se nos compromissos assumidos por Portugal nas várias instâncias internacionais e europeias, com destaque para a Organização das Nações Unidas, o Conselho da Europa e a União Europeia.

Este Plano pretende afirmar a igualdade como factor de competitividade e desenvolvimento através de uma tripla abordagem: a) o reforço da transversalização da dimensão de género, como requisito de boa governação, de modo a garantir a sua integração em todos os domínios de actividade política e da realidade social; b) a conjugação desta estratégia com acções específicas, incluindo acções positivas, destinadas a ultrapassar as desigualdades que afectam as mulheres em particular; c) a introdução da perspectiva de género em todas as áreas de discriminação, prestando um olhar particular aos diferentes impactos desta junto dos homens e das mulheres.

O Plano prevê a adopção de um conjunto de 90 medidas estruturadas em torno de 14 Áreas Estratégicas: Integração da dimensão de género na Administração Pública, Central e Local, como requisito de boa governação; Independência Económica, Mercado de Trabalho e Organização da Vida Profissional, Familiar e Pessoal; Educação e Ensino Superior e Formação ao longo da vida; Saúde; Ambiente e Organização do Território; Investigação e Sociedade do Conhecimento; Desporto e Cultura; Media, Publicidade e Marketing; Violência de Género; Inclusão Social; Orientação Sexual e Identidade de Género; Juventude; Organizações da Sociedade Civil; Relações Internacionais e Cooperação.

ODM3 - Igualdade de género e empoderamento das mulheres

Igualdade entre mulheres e homens no trabalho e no emprego -- Indicadores

IV Plano Nacional contra a Violência Doméstica (2011-2013)


A violência doméstica configura uma grave violação dos direitos humanos, tal como é definida na Declaração e Plataforma de Acção de Pequim, da Organização das Nações Unidas (ONU), em 1995, onde se considera que a violência contra as mulheres é um obstáculo à concretização dos objectivos de igualdade, desenvolvimento e paz, e viola, dificulta ou anula o gozo dos direitos humanos e das liberdades fundamentais.

O combate à violência doméstica tem vindo a assumir-se como um dos objectivos nucleares para que se alcance uma sociedade mais justa e igualitária. Com efeito, essa preocupação determinou a implementação de uma política concertada e estruturada, com o objectivo de proteger as vítimas, condenar os agressores, conhecer e prevenir o fenómeno, qualificar profissionais e dotar o país de estruturas de apoio e atendimento, definidas no quadro do III Plano Nacional Contra a Violência Doméstica (2007-2010) que agora finda.

O Programa do XVIII Governo Constitucional, na área das políticas sociais, preconiza o combate à violência doméstica em três domínios, a saber, na vertente jurídico - penal, na protecção integrada das vítimas e na prevenção da violência doméstica e de género.

O IV Plano Nacional Contra a Violência Doméstica (2011-2013), em consulta pública, é uma iniciativa da Presidência do Conselho de Ministros, através da Secretaria de Estado da Igualdade, e tem como objectivo prover uma resposta integrada no combate à violência doméstica a nível nacional, em consonância com as orientações europeias e internacionais às quais Portugal se encontra vinculado.

Este Plano está estruturado em cinco Áreas Estratégicas de Intervenção, concretizadas em 50 Medidas que visam: informar, sensibilizar e educar; proteger as vítimas e promover a integração social; prevenir a reincidência; qualificar profissionais e investigar e monitorizar.

O IV PNCVD, enquanto instrumento de políticas públicas de combate à violência doméstica, visa a consolidação da estratégia e das acções anteriormente seguidas, numa lógica de proximidade envolvendo, cada vez mais, os municípios, os parceiros sociais e as organizações da sociedade civil.

Nenhuma mulher deve morrer por dar vida

Campanha Nacional de Combate a Violência Doméstica

Tráfico Humano - Campanha Contra o Tráfico de Seres Humanos - Agência de...