CONSULTORA DE RH – CAPITAL HUMANO

FORMADORA DE COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL

BUSINESS E LIFE COACH

“Ajudo as pessoas a colorir pensamentos”

Identifico-me como uma pessoa dinâmica, criativa, fascinada pelo comportamento humano, apaixonada pela vida, pela procura da felicidade, bem-estar e realização pessoal e profissional.

Com uma visão aberta e criativa identifico, avalio e desenvolvo o talento e as competências individuais, de equipa e das organizações, para que se tornem mais conscientes,eficientes e felizes, atingindo os resultados desejados e realizando-se plenamente na vida pessoal e profissional.

O meu propósito é facilitar mudanças positivas e duradouras.

‎"Se um dia tiver que escolher entre o Mundo e o Amor, lembre-se: Se escolher o Mundo ficará sem Amor, mas se você escolher o Amor, com ele conquistará o Mundo" - Albert Einstein

domingo, 28 de julho de 2013

Roer as unhas
Para os pais.

É comum que crianças adquiram o hábito de roer as unhas à partir dos quatro anos de idade. Esta é uma típica demonstração de ansiedade, que pode ser observada quando ela está distraída, assistindo TV, por exemplo.

Origem da ansiedade
Quando a criança começa a se tornar independente, passa a não receber tudo pronto e a ter que fazer coisas por si mesma. Ela mesma lança pequenos desafios diários para si e busca vencê-los. Algumas vezes consegue, outras não, e assim avança no caminho de seu desenvolvimento e amadurecimento. Este processo gera um grau de ansiedade maior ou menor, dependendo de cada criança. Roer suas unhas é a válvula de escape mais comum.

Como proceder
. Sinalize para a criança sempre que ela estiver roendo as unhas, pois ela não se dá conta disto . Não a ameace nem a chantageie para que não coloque as mãos na boca, pois o “parar de roer as unhas” só acontecerá quando a criança estiver fortalecida emocionalmente para lidar com sua ansiedade. Caso pressionada, além de roer as unhas ela pode passar a morder os lábios, comer mais ou desenvolver outra “mania substituta”. Não se engane, de uma forma ou de outra, o alívio da ansiedade será buscado. . Em casos mais agudos, onde a criança chega a ferir os seus dedos ou morda os lábios, lápis, brinquedos etc, a sugestão é que os pais busquem uma orientação profissional com brevidade.

Idáira Amoretti Santos

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