CONSULTORA DE RH – CAPITAL HUMANO

FORMADORA DE COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL

BUSINESS E LIFE COACH

“Ajudo as pessoas a colorir pensamentos”

Identifico-me como uma pessoa dinâmica, criativa, fascinada pelo comportamento humano, apaixonada pela vida, pela procura da felicidade, bem-estar e realização pessoal e profissional.

Com uma visão aberta e criativa identifico, avalio e desenvolvo o talento e as competências individuais, de equipa e das organizações, para que se tornem mais conscientes,eficientes e felizes, atingindo os resultados desejados e realizando-se plenamente na vida pessoal e profissional.

O meu propósito é facilitar mudanças positivas e duradouras.

‎"Se um dia tiver que escolher entre o Mundo e o Amor, lembre-se: Se escolher o Mundo ficará sem Amor, mas se você escolher o Amor, com ele conquistará o Mundo" - Albert Einstein

sábado, 21 de março de 2009

Curso Pensamento Criativo


A criatividade é uma qualificação e não apenas um talento inato. Apesar de umas pessoas serem mais criativas do que outras, todos podemos tornar-nos pensadores criativos com algum treino. E esta é cada vez mais uma qualificação essencial em qualquer currículo. Já não é suficiente ter poucas pessoas criativas numa organização; há que ter uma organização de pessoas criativas. Acima de tudo, é essencial uma cultura organizacional que incentive a criatividade e, para isso, há que ensinar as pessoas a utilizar as suas capacidades, recompensar a criatividade e usar técnicas de geração de ideias em grupo. Ensinar as pessoas a serem criativas implica a utilização, na prática, de diversas técnicas.




Conteúdo Programático
Criatividade- Definição do conceito
Modelos psicológicos

  • análise transaccional
  • preferências cerebraisPNL
  • Pensamento lateral
  • mapas mentais

Atitude criativa

  • fases do processo criativo
  • ultrapassar bloqueios
  • mitos
  • barreiras à criatividade

Estado de espírito positivo

  • decidir ser criativo
  • suspensão de julgamento
  • importância do meio de comunicação

Fontes de criatividade

Processo e prática da criatividade

  • componentes da inteligência divergente
  • Actividades diárias

Técnicas de criatividade




  • brainstorming
  • analogia metafórica
  • "tiro-a-tiro"
  • Ideias loucas
  • análise morfológica
  • cenário fantasiado
  • esquema de sugestões
  • circulos de qualidade

Mind Mapping - Mapas mentais - prática



Lateral Tinking

  • lógica da criatividade
  • provocação e movimento
  • random input
  • six tinking hats
  • DATT


Duração: 8 horas



amavision@amavision.biz

2009 ano da Criatividade e Inovação

2009 Ano da Criatividade e inovação!

"Imagine. Crie. Inove"

Nease O Ano Europeu da Criatividade e Inovação foi oficialmente lançado no dia 7 de Janeiro, com o lema "Imagine.Crie.Inove.".

A iniciativa tem por objectivo realçar a importância da criatividade e da inovação para o desenvolvimento económico e o bem-estar social e individual, promovendo os talentos individuais e as abordagens criativas e inovadoras.O maior trunfo da Europa são as pessoas.


O objectivo geral do Ano Europeu da Criatividade e Inovação é apoiar os esforços dos Estados-Membros na promoção da criatividade, através da aprendizagem ao longo da vida, enquanto motor de inovação e factor essencial do desenvolvimento das competências pessoais, profissionais, empresariais e sociais e do bem-estar de todos os indivíduos da sociedade.

Os sectores abrangidos pelo Ano Europeu da Criatividade e Inovação incluem a educação, a cultura, o espírito empresarial, as políticas regionais, sociais, laborais e de investigação, assim como a energia, os transportes, o ambiente e a sociedade de informação. Ao longo do ano estão previstos diversos eventos e campanhas de sensibilização, a nível europeu, nacional, regional e local. Esta iniciativa promove e contribui para o cumprimento da Estratégia de Lisboa, que tem por objectivo fazer com que a economia da União Europeia seja, em 2010, a economia de conhecimento mais competitiva e dinâmica do mundo.

Mitos
1. Criatividade é um dom possuído por uns poucos escolhidos!
A criatividade é algo normal que nasce com cada ser humano.Seguindo a linha de Deepak Chopra "pura potencialidade". Cada um de nós nasceu limpo e com a potencialidades de se desenvolver num ser criativo.Fazemos escolhas criativas todos os dias, e usando um pouco de imaginação, podemos estimular a nossa própria criatividade, toda vez que temos que decidir o que vestir, o que fazer para o jantar, ou como serão os cortinados da nossa cozinha. Criatividade não diz respeito apenas aos artistas!.

2. Criatividade exige talento, e se você não o tiver, esqueça!
Talento tem duas definições; uma habilidade natural ou uma capacidade desenvolvida.A habilidade natural pode ser uma característica física que facilita a fácil realização de uma actividade, a capacidade pode ser desenvolvids, se sujeita a estudo a uma idade precoce.De qualquer maneira, não há nada que impeça a uma pessoa média, desenvolver habilidades criativas a um alto grau. Arte envolve o domínio das capacidades, que vem das práticas e dos conhecimentos, que por sua vez provem do estudo. Uma vez que a pessoa tem as habilidades e os conhecimentos, tem a liberdade para ser mais espontâneo e criativo.

3. Criatividade inicia-se na infância, e se você não começou, então, é tarde demais.
Não é verdade. Infelizmente, há muitos obstáculos à criatividade no início da vida, desde a desaprovação familiar até às críticas na escola. As crianças são facilmente desencorajados ou desviadas para outras actividades. E muitas vezes por circunstâncias individuais, são sacrificadas as paixões pelas actividades remunerativas. Eu acredito que a criatividade é uma escolha. Você pode ser praticamente qualquer coisa que você decidir-se, se trabalhar forte e o suficiente, nunca demasiado tarde para criar.

Criatividade nas Empresas


Cada vez mais aumenta a compreensão do valor da criatividade em todos os contextos.
O dramaturgo francês Molière certa vez contou a história de um homem que perguntou o que era prosa e espantou-se ao descobrir que falara em prosa a vida inteira. Ocorre o mesmo com a criatividade.


Muita gente ainda a considera como um atributo misterioso e concedido a uns poucos indivíduos privilegiados, no entanto, todas as pessoas são capazes de accionar o seu potencial criativo.
É importante que as empresas compreendam que criatividade não é um dom pessoal, mas uma capacidade que pode e deve ser desenvolvida. Essa é a primeira barreira a ser ultrapassada, pois impede o acesso a milhares de novas idéias latentes em seus colaboradores. Ser inteligente não basta, é preciso conectar idéias de forma original para fazer a diferença no mercado. As empresas que compreendem isso já deram um passo à frente.


Por isso, é essencial ter uma cultura que estimule o desenvolvimento da criatividade. As empresas devem valorizar as tentativas e não se apegar somente aos resultados imediatos porque criatividade implica assumir riscos.
Na verdade, ser criativo envolve várias dimensões: intuição, afectividade, inteligência e razão.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Curso Seis Chapéus do Pensamento de Edward de Bono

Competências a desenvolver:
- Perspectiva múltipla
- Visão sistémica e estratégica
- Capacidade de análise e tomada de decisão
- Organização e controle do pensamento
- Pensamento criativo
- Capacidade de gestão do tempo e optimização de resultados em reuniões
- Auto e hetero-consciência
- Inteligência emocional nas relações interpessoais

Objectivos:
- Usar a técnica dos seis chapéus para optimizar o tempo na organização e aumentar resultados.
- Aplicar a técnica dos seis chapéus de forma a obter resultados eficazes nas reuniões.
- Dominar a técnica dos seis chapéus na tomada de decisão pessoal e organizacional.


Duração 6 horas

Datas 28 Março

Local Isla

Horário 10:00-13:00 ; 14:00-17:00

Preço 150 € + iva


Destinatários:
Licenciados e/ou bacharéis que exerçam, ou que pretendam exercer, actividades nos Recursos Humanos, bem como interessados na área do Comportamento Organizacional, ou que têm contacto com clientes, colaboradores, e parceiros.
Quadros e responsáveis funcionais e operacionais que pretendam optimizar tempo e energia através de um instrumento fácil e pragmático, quer com a sua equipa, quer nas reuniões de trabalho.



Formadoras:
Ana Filipa Gameiro
• Certificada pela de Bono Thinking Systems como Formadora Independente no método "Six Thinking Hats" de Edward de Bono. 2007.
• Consultora/Formadora nos domínios da área do Comportamento Organizacional, em diversas Empresas de Consultoria de Recursos Humanos, desde 2002.
• Licenciada em Psicologia Organizacional pela Lusófona. 2001.
• Pós-graduada em Gestão Avançada de Recursos Humanos – Gestão de Pessoas, do Conhecimento e das Competências pela UAL. 2003.
• EMBA - Executive Master Business Administration em Gestão de Recursos Humanos Management pela UAL. 2004.
• Pós-graduada em Consultoria de Empresas pelo ISLA. 2006.
• Frequência de Mestrado em Comportamento Organizacional pelo ISCTE – Isntituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa. 2007-09.

Joana Rita Sousa
• Certificada pela de Bono Thinking Systems como Formadora Independente no método "Six Thinking Hats" de Edward de Bono. 2007.
• Licenciada em Filosofia, percurso de ética e filosofia política, pela Universidade Católica de Lisboa. 2001.
• Pós-graduada em Gestão e Desenvolvimento Estratégico de Recursos Humanos, pelo ISLA. 2004.
• Pós-graduada em Consultoria de Empresas pelo ISLA. 2006.
• Consultora filosófica para a área desportiva, desde 2007.
• Certificada em Filosofia para Crianças. 2007.


Ana Filipa Gameiro e Joana Rita Sousa
Formadoras certificadas em Six Thinking Hats® de Edward de Bono, pelo de Bono Thinking SystemsTM



Six thinking hats® de Edward de Bono



Sendo o pensamento o recurso humano mais valioso, pois distingue-nos dos outros seres vivos,é também a nossa competência mais importante. Optimizá-lo constitui um enorme desafio e atécnica dos Seis Chapéus do Pensamento de Edward De Bono permite-o, explorando diferentes perspectivas numa situação complexa.
No mundo globalizado e em constante evolução empresarial, o pensamento estruturado e criativo é uma vantagem competitiva, ao qual os gestores não devem ficar alheios. Perante situações diárias que exigem acção imediata, é essencial combinar a informação com a criatividade para gerar valor.
O cérebro só pode ver o que está preparado para ver mas responde bem ao estímulo, assim o propósito desta técnica é utilizar o chapéu como objecto-símbolo, sendo capaz de o estimular para além do óbvio e natural. Trata-se de criar serviços, produtos, acções de valor a todo o momento, e não apenas de resolver problemas.
Ver o mundo de várias formas é uma boa arma na formação de estratégias ou em processos de tomada de decisão, e estes são simplesmente os primeiros passos para a inovação.
Os benefícios do uso desta técnica nas reuniões de trabalho, nas taskforces, na tomada de decisão, na resolução de problemas, na área comercial, bem como, nos processos de recursos humanos, como o recrutamento e selecção e a avaliação de desempenho, são espelhados na optimização do tempo, no aumento da produtividade intelectual, conduzindo a decisões objectivas e a resultados mais eficazes.
O seu uso não só é inovador, como também eficaz devido à sua componente organizadora de pensamento individual e de grupos.
Geralmente raciocinamos de maneira tendenciosa, de forma variada e não controlada, tentando equilibrar uma série de elementos: a lógica, a emoção, as oportunidades, as ameaças, a esperança, a criatividade. Todavia, cada um tem o seu lugar e é essencial para o sucesso, basta saber interrelaciona-los.
A aplicação da técnica dos seis chapéus, permite ao pensador fazer uma coisa de cada vez, separando a emoção da lógica, a criatividade da informação.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Auto-consciência para a Mudança Pessoal

Quantas vezes já pensou: “eu posso ser melhor”? Nem todos os seres humanos dedicam tempo a pensar nos seus conhecimentos, nas suas competências pessoais ou profissionais.
Já parou para pensar se é um bom formador? Um bom professor? Um bom comunicador, educador, consultor, coache, vendedor…um bom pai? Um bom profissional que se relaciona com outros Seres Humanos no decorrer da sua actividade?
E quantas vezes chegou à conclusão de que é bom, mas pode ser excelente? Quantas vezes chegou à conclusão de que é excelente, mas pode ser sempre melhor?
Pode desenvolver a sua capacidade de adaptação, mas também de evolução constante. Como dizia Maslow, “Se você faz o que sempre fez continuará a obter os resultados que sempre obteve”.
A mudança, o processo de evolução acontece após um processo de auto-consciência. Tem noção da imagem que passa quando comunica com os outros? Tem noção de que pode melhorar a sua imagem? Tem noção de como melhorar essa imagem por forma a torna-la mais dinâmica e credível?
A auto-consciência engloba não só o que pensamos, sentimos que somos, mas também a forma como trabalhamos a informação que os outros nos passam sobre o que pensam e sentem sobre nós. Geralmente consideramos que os outros nos valorizam mais do que na realidade acontece, e afirmamos que somos piores do que realmente somos.
A evolução humana depende da motivação – o querer mudar e o crer que posso mudar; o Knohow - os conhecimentos, saberes-teóricos; e as Skills – competências, saberes-práticos, revelados em resultados mensuráveis.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Centro de Investigação do Hálito em Lisboa

O Centro de Investigação do Hálito (CIH) é um fórum criado por médicos, em Portugal, destinado a todos os que buscam informação mais detalhada sobre a halitose (mau hálito). Este fórum decorre de um movimento com origem em países diversos, tais como: E.U.A., Japão, Canadá, Reino Unido, França e Brasil, entre outros.
Os fundadores do CIH são membros de
associações científicas internacionalmente reconhecidas. Presentemente exercem a sua actividade em três clínicas, cujos objectivos fundamentais são a investigação e o estabelecimento de protocolos científicos que visam a instituição de terapêuticas inovadoras para a halitose. Neste âmbito, o CIH dispõe de tecnologia de ponta – o cromatógrafo gasoso Oralchroma®, o monitor de compostos sulfurados Halimeter®, testes bioquímicos BANA®, pHmetrias, teste colorimétrico Halitox®, culturas bacterianas, sialometrias, entre outros exames auxiliares de diagnóstico.

Assim, podem assegurar que para a halitose existem tratamentos, com todas as implicações benéficas ao nível do contacto social, auto-estima e melhoria da qualidade de vida.


Fundadores
Dr. Jonas Davi Cameira Gonçalves Nunes

Naturalidade britânica, nacionalidade portuguesa, Médico-Dentista pela Universidade de Lisboa, Doutorando em Estomatologia na Universidade de Sevilha, Membro da International Society for Breath Odor Research (ISBOR), Membro da International Association for Breath Research (IABR), Fundador do Centro de Investigação do Hálito, Portugal.
Dr. Elson Simões Reis

Naturalidade e nacionalidade brasileiras. Médico-Dentista pela Universidade Federal do Espírito Santo, Doutorando em Biologia Oral na U.S.C., São Paulo, Membro da International Society for Breath Odor Research, Membro da Associação Brasileira de Estudos e Pesquisas dos Odores da Boca (ABPO)Fundador do Instituto do Hálito, Brasil, Fundador do Centro de Investigação do Hálito, Portugal.

O blog da Joana Sousa



JoanaRSSousa
licenciada em Filosofia, pós graduada em Recursos Humanos e em Consultoria de Empresas; certificada no Método Six Thinking Hats® de Edward de Bono, pelo de Bono Thinking SystemsTM; certificada em Filosofia para Crianças; formadora (CAP e CCPFC)


http://joanarssousa.blogspot.com/

Algumas crianças desejavam que os seus pais fossem animais..

MUSICOTERAPIA

Musicoterapia é a utilização da música e/ou de seus elementos constituintes, ritmo, melodia e harmonia, por um musicoterapeuta qualificado, com um cliente ou grupo, em um processo destinado a facilitar e promover comunicação, relacionamento, aprendizado, mobilização, expressão, organização e outros objetivos terapêuticos relevantes, a fim de atender as necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas.
A musicoterapia busca desenvolver potenciais e/ou restaurar funções do indivíduo para que ele ou ela alcance uma melhor qualidade de vida, através de prevenção, reabilitação ou tratamento. (World Federation of Music Therapy)
Os musicoterapeutas trabalham com uma gama variada de pacientes. Entre estes estão incluídas pessoas com dificuldades motoras,
autistas, pacientes com deficiência mental, paralisia cerebral, dificuldades emocionais, pacientes psiquiátricos, gestantes e idosos.
O trabalho musicoterápico pode ser desenvolvido dentro de equipas de saúde multidisciplinares, em conjunto com
médicos, psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas e educadores.
O uso da música como método terapêutico vem desde o início da
história humana. Alguns dos primeiros registros a esse respeito podem ser encontrados na obra de filósofos gregos pré-socráticos. A sistematização dos métodos utilizados só começou, no entanto, após a Segunda Guerra Mundial, com pesquisas realizadas nos Estados Unidos.
O primeiro curso universitário de musicoterapia foi criado em
1944 na Michigan State University. O processo da musicoterapia pode desenvolver-se de acordo com vários métodos. Alguns são receptivos, quando o musicoterapeuta toca música para o paciente. Este tipo de sessão normalmente se limita a pacientes com grandes dificuldades motoras ou em apenas uma parte do tratamento, com objetivos específicos. Na maior parte dos casos a musicoterapia é activa, ou seja, o próprio paciente toca os instrumentos musicais, canta, dança ou realiza outras actividades junto com o terapeuta. A forma como o musicoterapeuta interage com os pacientes depende dos objectivos do trabalho e dos métodos que ele utiliza. Em alguns casos as sessões são gravadas e o terapeuta realiza improvisações ou composições sobre os temas apresentados pelo paciente. Alguns musicoterapeutas procuram interpretar musicalmente a música produzida durante a sessão. Outros preferem métodos que utilizem apenas a improvisação sem a necessidade de interpretação. Os objectivos da produção durante uma sessão de musicoterapia são não-musicais, por isso não é necessário que o paciente possua nenhum treinamento musical para que possa participar deste tratamento.
O musicoterapeuta, por outro lado, devido às habilidades necessárias à condução do processo terapêutico, precisa ter proficiência em diversos instrumentos musicais. Os mais usados são a viola, o
piano e instrumentos de percussão.
O profissional responsável por conduzir o processo musicoterápico é chamado musicoterapeuta. A formação desse profissional é feita em cursos de graduação em musicoterapia ou como especialização para profissionais da área de saúde (medicina ou psicologia). Em alguns países a musicoterapia também pode ser parte de uma formação em artoterapia, que envolve, além da música, técnicas de artes plásticas e dança.
A formação do musicoterapeuta inclui
teoria musical, canto, prática em ao menos um instrumento harmônico (piano ou viola), instrumentos melódicos (principalmente flauta) e percussão. Também faz parte da formação do musicoterapeuta o conhecimento da anatomia e fisiologia humana, psicologia, filosofia e noções de expressão artística, expressão corporal, dança, técnicas grupais e métodos de educação musical.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Curso Six Thinking Hats




Dia
29 de novembro e 6 de Dezembro de 2008

Horário
Das 10:00 às 13:00 e das 14:00 às 17:00

Localização
ISLA – Instituto Superior de Línguas e Administração
Quinta do Bom Nome Estrada da Correia, 53 1500-210 Lisboa


terça-feira, 12 de agosto de 2008

Controle Emocional Eficaz

















Quantas vezes já se sentiu sufocado, com o coração apertado, o estômago às voltas, por querer expressar o que sente, mas não saber como faze-lo, acabando por não se pronunciar ou fá-lo da forma menos benéfica para si e para os outros?
Costuma meditar acerca do comportamento emocional eficaz na sua vida pessoal, social e profissional?

Como colaborador de uma organização, o leitor, é antes de mais um Ser Humano, e como todos os Seres Humanos, é um organismo biopsicosocial, isto é, constituído por um corpo, guiado por uma psico – mente – e interage em sociedade com outros Seres Humanos.

Assim, distingue-se dos outros animais pelo seu cérebro racional, mas não menos importante pelo seu cérebro emocional. Nem o leitor, nem qualquer outro Ser Humano, deve esquecer que nasceu com estes dois cérebros: racional e emocional. O que deveria ser admitido como básico, no dia-a-dia parece ser mais complicado, ora veja: as pessoas nos seus locais de trabalho, e porque adquiriram este comportamento por interagir em sociedade, têm dificuldade em assumir o que sentem, desejos, as suas emoções, desvalorizando o seu cérebro emocional.

O substantivo feminino singular da língua portuguesa «pessoa» deriva etimologicamente da palavra latina persona que significa máscara. Os Seres Humanos usam uma máscara diariamente, com medo de ser mal interpretadas, de ser consideradas fracas ou pouco competentes. Mas a verdade é que o cérebro emocional e o uso correcto das emoções pode ser uma ferramenta poderosa para o Ser Humano.

No fundo, o sujeito tenta esconder aquilo que é, e que faz parte da sua essência, muitas vezes acabando por ser traído pelo seu cérebro emocional por não assumir a sua existência. É Essencial que se assuma como Ser Humano completo, e que tome auto consciência não só da sua parte cognitiva, mas também da sua parte emocional.
Quanto mais auto-consciente procurar ser, melhor se conhecerá e saberá como diminuir ou até mesmo eliminar as sua fraquezas emocionais. É urgente tirar a máscara, é urgente ser sincero com os outros mas principalmente consigo.
Não deve, não pode, sair de manhã para trabalhar e esquecer, esconder, o seu cérebro emocional em casa.

Muitos autores se debruçaram sobre este tema, todavia são poucos os que assumem a força das emoções no mundo dos negócios e das organizações.
Pense e sinta...