CONSULTORA DE RH – CAPITAL HUMANO

FORMADORA DE COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL

BUSINESS E LIFE COACH

“Ajudo as pessoas a colorir pensamentos”

Identifico-me como uma pessoa dinâmica, criativa, fascinada pelo comportamento humano, apaixonada pela vida, pela procura da felicidade, bem-estar e realização pessoal e profissional.

Com uma visão aberta e criativa identifico, avalio e desenvolvo o talento e as competências individuais, de equipa e das organizações, para que se tornem mais conscientes,eficientes e felizes, atingindo os resultados desejados e realizando-se plenamente na vida pessoal e profissional.

O meu propósito é facilitar mudanças positivas e duradouras.

‎"Se um dia tiver que escolher entre o Mundo e o Amor, lembre-se: Se escolher o Mundo ficará sem Amor, mas se você escolher o Amor, com ele conquistará o Mundo" - Albert Einstein

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Swimming Pigs @ Staniel Cay, Bahamas

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Uma ilha paradisíaca e de águas cristalinas onde só vivem porcos é coisa que não lembraria ao melhor argumentista. Mas é verdade, ela existe mesmo!

As águas cristalinas do Caribe fazem parte dos sonhos de qualquer turista, ansioso por fugir ao rebuliço da cidade e gozar uns merecidos dias de férias. Pois bem, no meio de tantas ilhas, paradisíacas para qualquer comum mortal, há uma em que os únicos habitantes a desfrutar das suas maravilhas naturais são... porcos!
Pig Island, oficialmente Staniel Cay, é uma ilha habitada somente por porcos onde Jim Abernethy, um fotógrafo da Flórida, registou o dia a dia dos suínos naquele paraíso de águas claras e tépidas no meio das Bahamas.
A pequena ilha abriga porcos há séculos, que foram lá introduzidos por marinheiros como garantia de reservas de alimentos durante as suas longas viagens. Acontece que os homens nunca mais lá voltaram e os animais criaram uma verdadeira colónia independente e de fazer inveja a qualquer um

Russian video that made the whole world cry

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Ter um irmão não é o melhor do mundo. Não tem uma graça por aí além não só dividir 100 por cento de pai e de mãe como, com a chegada dum irmão, passar a dispor – na melhor das hipóteses de 30 por cento de mãe e de um pouco mais de pai. Não “esfrega o ego” passar de príncipezinho ou de princesa a segunda figura, sobretudo quando os amigos da família passam a ter uma atenção mais condescendente com uma criança enquanto mimam e guardam todos os “posso pegar nele?” para quem está a chegar. E é dum desalento sem limite que, volta não volta, um dos pais repita – a propósito de tudo e de nada – “tu és o mais velho” como se, com isso, evocasse um estatuto cheio de “algodão doce” com que mima um filho mais velho quando, na verdade, essa qualidade mais parece um imposto de valor (sempre) acrescentado que estraga a boa disposição a qualquer pessoa.

Ter um irmão não é – mesmo! – o melhor do mundo. Significa ir ver a mãe a um local parecido com um hospital, deixá-la lá (como se estivesse muito doente) enquanto as pessoas, sempre que a visitam, em vez de tristes, lhe dão abraços e presentes, e parecessem não dar importância ao pavor duma criança dela poder... morrer. Significa estar-se, temporariamente, proibido de lhe saltar para o colo, em voo picado, e aterrar nas suas meiguices, porque ela se mexe devagarinho e, embora os seus olhos não enganem, tudo pareça ser para ela mais doído e complicado. E significa avisos contra os berros e as birras (por causa do suspeito do costume...), avisos a propósito da liberdade condicional nas idas ao parque (porque sua excelência, o bebé, não pode apanhar sol), e avisos contra o estacionamento, em segunda fila, dos brinquedos pela sala, porque o bebé se pode magoar.

Ter um irmão não tem graça nenhuma. Sobretudo quando uma criança “acorda com as galinhas”, se levanta “de madrugada”, se tem de vestir a correr e engolir os cereais sem direito a canal Panda enquanto ele, o “filho querido”, fica a dormir no quentinho, com a mãe, passa a manhã com ela, e tem o olhar mais açucarado do universo à espera dele, mal abre um olho. E, se ele acorda a chorar e esganiçado, ninguém o manda ser pateta e mal disposto. É por causa dessas, e por outras, que (por mais que os pais achem o contrário) quando nasce um irmão uma criança passa a ocupar tão pouco espaço que se não fosse reclamar uma chucha, outra vez, molhar a cama (de novo) contra todo o seu brio, ou fazer um esforço para não comer (para ganhar, com isso, mais umas migalhas de mãe e de pai), então sim, a síndrome de privação de colo seria uma catástrofe do tamanho do mundo.

E não vale (não vale!) que os pais digam, e repitam, que decidiram mandar vir outro bebé porque “o meu filho queria muito”... Imaginando que até quisesse um bocadinho, uma criança não é obrigada a imaginar todos os custos com que um pedido desses vem embrulhado. E, depois, supondo que o tenha pedido, um irmão é um irmão: não é um bebé (que não joga à bola, não brinca às escondidas e não compõe uma belíssima quadrilha para assaltar o armário das bolachas). E, por mais que, num dia mau, tenha insistido muito em ter um irmão, uma criança não é obrigada a saber que um bebé vem equipado com tantas restrições que, em vez dele ser um presente, o transformam num encargo para toda a vida. E, finalmente, quem manda os pais dizer que sim a todos os caprichos que passam pela cabeça dum filho mimado?...

Por outro lado, “eles gostam muito um do outro” – tão do agrado dos pais – é slogan. Nada de confusões! Aliás, como é que se pode estar como Deus e os anjos com quem nos mostra que crescer é uma espécie de promoção pelas escadas abaixo? Como é possível não ter um ódiozinho de estimação por quem, só porque reclama o nosso brinquedo favorito com o volume no máximo, merece do pai e da mãe um meloso “deixa lá!...”? E como não há-de uma criança sair do sério quando, enquanto ela tem de comer a sopa sozinha, e tem de se cansar, pegando no garfo, o “doutor bebé” tem direito a tudo e a mais alguma coisa, como se o estatuto do crescimento empanturrasse de coimas uma criança enquanto diante dum irmão, cheio de mordomias, os pais quase parece que se vendem por um minúsculo sorriso?
Não, eles não gostam muito um do outro! Se uma das mamas da mãe desse leitinho ao bebé e a outra coca-cola (como o Pedro chegou a perguntar) ainda vá! Mas, não sendo assim, como é que uma criança não haverá de ter um gosto particular ao insultar um irmão chamando-lhe... bebé? E porque é que há-de ser proibido que a mão se torne leve e lhe fuja e, contra a sua vontade (já se vê...), e uma criança acabe a premiar um bebé com um afetuoso... palmadão? E como é que uma criança não há-de ter uma tentação de apertar sei lá o quê à concorrência quando ouve a mãe a dizer-lhe: “Quem é o meu bebé, quem é?” (enquanto besunta o irmão com uma infinidade de beijos e de abraços)?


É verdade que os pais são brinquedos de imenso agrado para as crianças: são ergonómicos, preenchem as exigências de segurança da comunidade europeia para os brinquedos, não se partem em pequenas peças e, apesar das idas insistentes ao ginásio, têm os cantos arredondados (o que as protege muito de quaisquer acidentes). Mas, sim, apesar desse imenso privilégio, um irmão pode ser o melhor brinquedo do mundo: mexe-se e fala, desafia e aconchega, é rival e cúmplice, e... é parvo todos os dias (sobretudo, quando não se chega à frente para repreender os pais sempre que ralham, duma maneira mais ou menos desenfreada, com quem é mais velho). É claro que os irmãos são brinquedos muito complexos que chegam à vida duma criança vindo equipados sem folheto de instruções. E não são programáveis (o que, consoante os dias, pode ser uma desvantagem). Mas se valem o que valem, ao longo dos anos, apesar das atitudes desengonçadas dos pais, é porque as suas qualidades resistem a quase tudo.

Publicação de Interesting Things.

Gémeos não perceberam que já tinham nascido (emocionante)

O Spa do bebê é uma nova abordagem de banho. Foi inventado pela enfermeira Sonia Rochel que nasceu (em Paris). Este banho é reservado somente para bebes (até aproximadamente a idade de 2 meses) . É  um cuidado real, ninguém mais usa essa abordagem, pois é um resultado de muitos anos de observação e reflexão. 

Jacques Loussier - Air On A G String

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A música é a linguagem de Deus.
Não tanto pelos sentimentos que desperta,
mas pela simplicidade com que os exprime .

As palavras são limitadas...
A linguagem de Deus é criadora.
O mar, o verde e a expansão dos céus
tiveram o privilégio de ser criados,
pela música que Deus falou:
“Haja luz. E houve luz “.

As palavras são o efémero reflexo de realidades
que existiam muito antes da necessidade das palavras.
O alfabeto de Deus é o alfa e o ómega
e encerra em si mesmo infinitos
desenvolvimentos de vida...

As palavras tocam o espírito e o intelecto,
As notas musicais de Deus alimentam a alma
saciando uma sede que desconhecíamos ter…
Ironicamente Deus usa as palavras,
soprando nelas o espírito da vida

para nos fazer ouvir
a música
Que Ele criou

terça-feira, 12 de novembro de 2013

HAPPY MOMENTS IN LIFE

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Words hurt -- standing up to bullying in schools

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Casa no Campo - Elis Regina

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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

sábado, 9 de novembro de 2013

Pixies - Here Comes Your Man

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Os 4 elementos de um feedback jeitoso

5NOV
Por vezes parece que não conseguimos comunicar sem ser a discutir. Queremos que a outra pessoa perceba o que estamos a passar… mas acabamos a gritar ou a fazer silêncios amuados. Naturalmente, a outra pessoa não percebe nada do que queremos dizer, mas como se sente atacada, responde à altura com mais berraria e acusações.
Somos especialmente talentosos a fazer isto nas relações que importam, com colegas, família e amigos. Mas deste ciclo vicioso saímos apenas com irritação, remorsos e talvez alguma loiça partida.
Seria interessante comunicar de outra forma, sem manipular ou atribuir culpas. A isto chama-se feedback e trata-se de transmitir o impacto que causa em nós as acções da outra pessoa. Contudo, há 4 elementos a ter em conta para um feebdack jeitoso:
 1. Ser descritivo e não valorativo.
Fazer juízos de valor sobre o comportamento de alguém faz apenas com que a outra pessoa reaja de forma defensiva. É mais eficaz descrever a  impressão que em mim produziu a acção do outro. Isso é a única coisa que realmente podemos afirmar – e que ainda para mais é inegável – porque não estamos a argumentar, estamos a transmitir uma impressão ou um sentimento. Passar de: és um palhaço por ter feito aquilo, para: senti-me magoada quando fizeste aquilo. (ninguém pode dizer: não, não ficaste magoada…)
2. Concreto e não genérico.
Ao contrário de descrições genéricas, o feedback específico ajuda o outro a compreender o que pode melhorar . Em vez de: és um manipulador e sempre o foste, tentar algo como: naquele almoço, pareceu-me que não ouviste o que os outros diziam, senti as pessoas forçadas a seguir a tua opinião. Dar um feedback concreto ajuda também a dimensionar os problemas,  evitando os tradicionais exageros: fazes sempre isto! és sempre assim!
3. Pela positiva.
Se dermos um feedback pela positiva – focado no que pode ser melhorado – a mensagem passa melhor. Ajuda ser menos cerebral e falar mais do coração. Em vez de: o que fizeste é um disparate pegado… para: parece-me que podias melhorar aqui e ali… No curto prazo a crítica destrutiva pode funcionar, mas no longo prazo uma crítica construtiva funciona melhor.
4. Com bom timing.
Convém ter em conta o ambiente e o momento em que se dá o feedback. É preferível chamar à parte uma pessoa, do que falar em frente a todos. Conversar sobre uma mania irritante de um namorado, num jantar com os pais dele, talvez não seja a melhor ideia… Apesar disso, o feedback por vezes é mais eficiente se for dado próximo do momento e não passado uma eternidade: Lembras-te há 4 anos quando estávamos a jantar em casa dos meus pais?… Não, não me lembro. Ciao.
Quem recebe um feedback convém não ser acrítico – levando tudo a sério – nem estar à defesa – não ouvindo nada. Quem está à defesa presta mais atenção às consequências que a mensagem pode ter para si do que ao conteúdo da mensagem em si. Está mais preocupado em preparar a própria defesa do que em ouvir objectivamente. Por isso, ajuda sempre verificar se o feedback foi recebido no final: Faz-te sentido o que te disse? Percebes este ponto de vista? e ir ajustando a mensagem.
Nunca vamos estar preparados para dar um feedback ideal, na altura perfeita, por isso mais vale ir começando. Aprende-se a dar bom feedback dando e recebendo muitas vezes. É sem dúvida um investimento grande, mas que tem um retorno igualmente grande: relações com mais proximidade, confiança e verdade.
Para quem acha que é uma mariquice comunicar de forma genuína e transparente, pode sempre voltar à gritaria, chapadas e amuos. Resta ver qual tem melhor resultado.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013


Justin and Emily: The Proposal

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Vídeo Motivacional: VALIDAÇÃO - Eu Só Queria Te Ver Sorrindo

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La máquina de escribir. L. Anderson. (Lio en los Grandes Almacenes)

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Dar a volta!

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