CONSULTORA DE RH – CAPITAL HUMANO

FORMADORA DE COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL

BUSINESS E LIFE COACH

“Ajudo as pessoas a colorir pensamentos”

Identifico-me como uma pessoa dinâmica, criativa, fascinada pelo comportamento humano, apaixonada pela vida, pela procura da felicidade, bem-estar e realização pessoal e profissional.

Com uma visão aberta e criativa identifico, avalio e desenvolvo o talento e as competências individuais, de equipa e das organizações, para que se tornem mais conscientes,eficientes e felizes, atingindo os resultados desejados e realizando-se plenamente na vida pessoal e profissional.

O meu propósito é facilitar mudanças positivas e duradouras.

‎"Se um dia tiver que escolher entre o Mundo e o Amor, lembre-se: Se escolher o Mundo ficará sem Amor, mas se você escolher o Amor, com ele conquistará o Mundo" - Albert Einstein

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Cursos e Processos de Coaching para Líderes de Equipas



COACH INTERNACIONAL EM COACHING EXECUTIVO

"Se eu fosse um poeta, escreveria cada página de vida começando com um sorriso. Eu expressaria a todos que a vida é uma página em branco que Deus nos deu, à espera das palavras que vamos nela colocar”.
Flávio Souza – Coach, Consultor e Palestrante.



"Everybody needs a coach"

Eric Schmidt, CEO do Google



“A sorte favorece somente a mente preparada”

Isaac Asimov



“Se o pensamento corrompe a linguagem, a linguagem também pode corromper o pensamento”

George Orwell


As organizações só atingem os seus objectivos quando as pessoas desempenham as suas tarefas correctamente, e para o conseguirem, necessitam de formação e/ou coaching. Contudo, a formação é um processo contínuo ao longo das nossas vidas profissionais. Como grande parte da aprendizagem acontece no local de trabalho, gestores e líderes deverão procurar identificar ou criar oportunidades nesse contexto para reforçar a evolução e desenvolvimento do desempenho. Sendo responsáveis por “atingir resultados” através das outras pessoas, têm por missão tirar o melhor partido dos recursos humanos existentes e preparar os subordinados para o futuro.

A focagem da presente abordagem é, essencialmente, o coaching de gestão (na perspectiva de coaching interpessoal) enquadrado num dos maiores e mais centrais desafios organizacionais: fazer com que as pessoas produzam mais e melhor reflectindo um impacto positivo nos resultados.

O Coaching é um processo para conseguir melhorias que leva ao amadurecimento pessoal e reforça a capacidade de aprender.

Quando treinamos pessoas, temos uma noção clara sobre um caminho que definimos, o qual termina num objectivo. Independentemente da nossa posição nesse caminho, o treino permite-nos saber onde estamos, o que nos falta e quanto esforço temos de investir para chegarmos a essas metas. Como todos devemos ter uma orientação para objectivos, o treino, neste contexto, passa a ser um percurso descontínuo ao longo da vida.

O coach tem como premissa que os seres humanos possuem todos os recursos que precisam internamente, e que ao ajudarem os mesmos a descobrirem tais recursos, o que realmente desejam, o coach poderá auxiliar o cliente a obter o que quer, de uma forma mais rápida e simples.

Um coach é alguém que tem a visão de heli­cóptero, vê o todo e consegue aferir os im­pactos dos nossos comportamentos nos ou­tros e nos resultados da equipa. Para isso, ne­cessita de ter um dom especial: o de comuni­car. Em resultado, resta às empre­sas criar mecanismos capazes de fornecer constantes espelhos às pessoas, incremen­tando uma cultura de retornos de informação constantes. Só aumentando o sentido de pre­ocupação individual, e colocando desafios pa­ra que as mudanças das atitudes se façam, é que as organizações adquirem aptidões pa­ra melhorarem a sua capacidade de adapta­ção e gestão do inesperado.

Um coach inspira e apoia os seus coachees a atingirem os seus objectivos, mas para isso ele próprio deve assumir uma filosofia de vida de constante reflexão sobre as suas metas, acções, comportamentos e aceitar o desafio da aprendizagem e melhoria contínua.


PROCESSO DE COACHING

Coaching é o processo de apoiar um indivíduo ou profissional a mudar, no que ele quiser e como pretender fazê-lo, acompanhando-o em todos os níveis desse processo na direcção que este desejar ir, para que no final o cliente atinja as metas definidas. Uma Relação de Coaching é uma parceria estabelecida entre um Coach (profissional qualificado) e um Coachee (cliente). Esta parceria baseia-se em respeito, confiança mútua e sigilo profissional.

Coaching é um serviço profissional, em que um cliente contrata um Coach para alcançar uma meta ou para encontrar a solução para um problema. O Coaching é uma profissão recente, que reúne os melhores conceitos do mundo profissional, da psicologia, da filosofia, do desporto e da espiritualidade. Existem mais de 30.000 coaches, em todo o mundo, a trabalhar com pessoas a nível individual e com empresas, conduzindo as pessoas a mudança e incremento da performance. O coach poderá ajudar um executivo a desenvolver um plano de negócio, ou poderá auxiliar uma pessoa a seguir um plano de exercício e emagrecimento.

A essência do coaching é: ajudar a pessoa a mudar na maneira que ela quer, ajudando-a a caminhar na direcção que ela quer ir. O Coaching apoia a pessoa em todos os níveis do processo de tornar-se quem ela quer ser e ser o melhor que pode. O coaching leva a tomada de consciência, potencializa escolhas e leva a mudanças. Ele libera o potencial da pessoa para maximizar o desempenho. O coaching mais do que ensinar, ajuda as pessoas a aprender.









CURSO DE COACHING

Competências a desenvolver

o Auto e hetero-consciência;

o Capacidade na performance e excelência pessoal e dos negócios;

o Capacidade de identificação de metas, valores, missão e visão da empresa no mercado de trabalho;

o Equilibra os propósitos da empresa com as necessidades humanas e os diferentes papeis vividos dentro da empresa e outros contextos;

o Conduz ao desenvolvimento de competências de liderança focado nas habilidades para produzir resultados e a modificação de comportamentos;

o Organização do pensamento e emoções a nível individual e de equipa;

o Orientação para a solução;

o Permite gerir conflitos, optimizar o tempo e comunicar de forma eficiente.

Modelos

o Spiral coaching (filosofia Ken Wilber)

o Tipos de personalidade (Virginia Satir)

o Performance e Mentoring coaching (Robert Dilts)

o Emotional leadership Management (Daniel Goleman)

o Organizational Constellation (Sparrer/ Von Kibed)

o PNL (Richard Bandler e John Grinder)

o Solution oriented brief coaching (Steve de Shazer)


Objectivos

o Adquirir conhecimentos sobre coaching

o Saber as diferenças entre Coaching e outras profissões de apoio ao cliente e organização

o Aprender como estabelecer relacionamento num processo de coaching: Percepção, feedback, contacto e confiança

o Aplicar as técnicas Roda da vida, alavancagem e processo coaching

o Estabelecer objectivos focados à resultados a curto, médio e longo prazo

o Estabelecer Meta-Objectivos e Proimprinting – trabalhando com a linha do tempo

o Experienciar e aprender técnicas dos níveis neurológicos da experiência

o Aprender técnicas para trabalhar valores, comportamentos, capacidades e missão para o sucesso

o Aprender e experienciar o poder das perguntas, das palavras, das afirmações e das metáforas no coaching

o Trabalhar com a ressignificação

o Dominar modelos de coaching de equipa

o Aplicar Coaching de conflito

o Transformar crenças e convicções limitadoras e criar crenças potencializadoras

o Estrutura mental e Âncoras

Um ancião índio norte-americano, certa vez, descreveu seus Conflitos
internos da seguinte maneira:
Dentro de mim há dois lobos.

Um deles é cruel e mau. O outro é
muito bom.

Os dois estão sempre brigando “.
Quando lhe perguntaram

Qual lobo ganhava a briga,

O ancião parou,
reflectiu e respondeu:
“Aquele que eu alimento mais frequentemente …”


quarta-feira, 14 de julho de 2010

Oratoria - Como falar em publico

Quebrando o gelo - Mario Persona

Emprego de A a Z: R de relacionamento

Emprego de A a Z: F de Formação

Emprego de A a Z - qualidade de vida

A temível entrevista de emprego

Fantastico marketing pessoal

Trabalho em Equipe

TRABALHO EM EQUIPE

Lição de Liderança e Trabalho em Equipe - Fomos Heróis

quinta-feira, 8 de julho de 2010

"How Coaching Works"




As organizações só atingem os seus objectivos quando as pessoas desempenham as suas tarefas correctamente, e para o conseguirem, necessitam de formação e/ou coaching. Contudo, a formação é um processo contínuo ao longo das nossas vidas profissionais. Como grande parte da aprendizagem acontece no local de trabalho, gestores e líderes deverão procurar identificar ou criar oportunidades nesse contexto para reforçar a evolução e desenvolvimento do desempenho. Sendo responsáveis por “atingir resultados” através das outras pessoas, têm por missão tirar o melhor partido dos recursos humanos existentes e preparar os subordinados para o futuro.
A focagem da presente abordagem é, essencialmente, o coaching de gestão (na perspectiva de coaching interpessoal) enquadrado num dos maiores e mais centrais desafios organizacionais: fazer com que as pessoas produzam mais e melhor reflectindo um impacto positivo nos resultados.
O Coaching é um processo para conseguir melhorias que leva ao amadurecimento pessoal e reforça a capacidade de aprender.
Quando treinamos pessoas, temos uma noção clara sobre um caminho que definimos, o qual termina num objectivo. Independentemente da nossa posição nesse caminho, o trei¬no permite-nos saber onde estamos, o que nos falta e quanto esforço temos de investir pa¬ra chegarmos a essas metas. Como todos devemos ter uma orientação para objectivos, o treino, neste contexto, passa a ser um percurso descontínuo ao longo da vida.

O que é Coaching - Trainer Coach Flávio Souza - Você Vencedor - Mensagem...

Pesadelos

Quase um terço das crianças na faixa etária dos cinco anos têm pesadelos. Os números aumentam junto com a faixa etária, aos 10 anos, quase metade das crianças têm ou já tiveram pesadelos. Entretanto, nesta idade, é raro que os pesadelos se repitam mais de uma vez por semana, só 5% dos casos são assim.

No período da adolescência e nos adultos, pesadelos esporádicos acontecem com quase todos os indivíduos. Pesquisas de opinião pública evidenciam que a partir dos 20 anos, 58% das mulheres e 37% dos homens já tiveram pesadelos. Na fase adulta esse percentual sobe para 80% dos indivíduos e ele ocorre em função do estresse. Pesadelos freqüentes, por outro lado, são observados em cerca de 10% dos adultos e, quando ocorrem, se prolongam por em média 12 anos.


Os pesadelos podem ser considerados como lembranças de sonhos desagradáveis que são acompanhados pelo despertar do indivíduo. As pessoas que têm pesadelos normalmente relatam sensações de medo, opressão, incapacidade, ansiedade e sentimento de ameaça constante. As pessoas se lembram dos pesadelos quando despertam e às vezes as lembranças permanecem pela manhã. Dificilmente ocorrem gritos ou berros durante o pesadelo e normalmente ele finaliza a parassônia.

Nas polissonografias é possível se notar que o pesadelo se inicia nos primeiros dez minutos do estágio REM. Há aumento da densidade REM ao eletrooculograma, e incremento da variabilidade da freqüência cardíaca, além da freqüência respiratória acima do esperado para este estágio. Raramente são registrados taquicardia e taquipnéia. No despertar dos pesadelos há um aumento significativo da freqüência cardíaca e freqüência respiratória.


É importante diferenciarmos pesadelo e terror noturno. A descarga autonômica é discreta no pesadelo e muito intensa no terror noturno. Ao despertar do pesadelo, lembra-se do sonho com ansiedade; já no terror noturno há confusão mental, e não se lembra do sonho.


O pesadelo acontece no terço médio ou no final da noite e no terror noturno, os acessos são registrados no primeiro terço da noite. Também é importante ressaltar a diferenciação do pesadelo para o distúrbio do pânico. Os ataques de pânico que surgem durante o dormir são bastante típicos, acordando completamente, de maneira súbita, sentando-se no leito e mesmo levantando-se com sensação de morte iminente e terror. O ataque de pânico é acompanhado de taquicardia e taquipnéia intensas, palpitações, tremor, dor ou desconforto torácico, tontura, sudorese. Nota-se a diferença, pois as crises de distúrbio do pânico também acontecem durante o dia. Outro aspecto diferenciador é que os ataques de pânico têm origem nos estágios NREM, mais freqüentes no estágio 2, ou logo no princípio do sono, durante a transição vigília-sono.
Não se deve confundir os pesadelos comuns com a Síndrome do Pesadelo, a qual tem um quadro clínico distinto.

Na Síndrome de Pesadelo, os eventos acontecem de forma acentuadamente freqüente, e testes de personalidade exibem comprometimento, com alteração na formação dos limites. Trata-se de indivíduos que geralmente conseguem se manter ativos, embora surtos de esquizofrenia possam ocorrer. Nota-se aumento da severidade dos pesadelos, atestada na elevada freqüência e intensidade, antecedendo o início de surtos psicóticos.


Pesadelos Crônicos, que se repetem, são relatados em outras patologias, como a síndrome do estresse pós-traumático e na síndrome de apnéia do sono obstrutivo. Supõe-se que a ocorrência de pesadelos associada a apnéias tenha como fatores deflagrantes a hipoxia, hipercapnia e estimulação autonômica. Mas ainda não está demonstrada correlação entre os pesadelos e o ronco simples, sem apnéia.


Adultos cujos pesadelos tenham iniciado de forma súbita merecem ser avaliados quanto a possibilidade de terem essa parassônia deflagrada por uso ou por abstinência de drogas: a retirada de álcool ede hipnóticos (benzodiazepinas, barbitúricos) deflagra numerosos pesadelos; o emprego de benzodiazepinas de ação curta pode propiciar aparecimento de pesadelos cuja fisiopatologia proposta seria a recrudescência do sono REM ao final da noite; drogas cuja ação se dê no eixo noradrenalina-dopamina-serotonina, por vezes, induzem pesadelos como a reserpina, beta-bloqueadores, levodopa e drogas relacionadas, inibidores da monoaminoxidase, antidepressivos tricíclicos, entre outros.


Nas crianças, caso os pesadelos não sejam freqüentes, a orientação é que os pais conversem com seus filhos e lhe ajude a lidar com o medo e a insegurança causada. Na fase adulta, um acompanhamento psicológico basta. Sedativos poderão ser utilizados como complementares à psicoterapia. Fonte: Redação do
Saúde em Movimento

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Six Thinking Hats - Cegoc Junho 2010

Obrigada ao grupo desta acção pela contribuição e criação de mais um Arco-Iris!






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Sendo o pensamento o recurso humano mais valioso, pois distingue-nos dos outros seres vivos, é também a nossa competência mais importante. Optimizá-lo constitui um enorme desafio e a técnica dos Seis Chapéus do Pensamento de Edward De Bono permite-o, explorando diferentes perspectivas numa situação complexa.
Ver o mundo de várias formas é uma boa arma na formação de estratégias ou em processos de tomada de decisão, e estes são simplesmente os primeiros passos para a inovação.
Os benefícios do uso desta técnica nas reuniões de trabalho, nas taskforces, na tomada de decisão, na resolução de problemas, na área comercial, bem como, nos processos de recursos humanos, como o recrutamento e selecção e a avaliação de desempenho, são espelhados na optimização do tempo, no aumento da produtividade intelectual, conduzindo a decisões objectivas e a resultados mais eficazes. O seu uso não só é inovador, como também eficaz devido à sua componente organizadora de pensamento individual e de grupos.