CONSULTORA DE RH – CAPITAL HUMANO

FORMADORA DE COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL

BUSINESS E LIFE COACH

“Ajudo as pessoas a colorir pensamentos”

Identifico-me como uma pessoa dinâmica, criativa, fascinada pelo comportamento humano, apaixonada pela vida, pela procura da felicidade, bem-estar e realização pessoal e profissional.

Com uma visão aberta e criativa identifico, avalio e desenvolvo o talento e as competências individuais, de equipa e das organizações, para que se tornem mais conscientes,eficientes e felizes, atingindo os resultados desejados e realizando-se plenamente na vida pessoal e profissional.

O meu propósito é facilitar mudanças positivas e duradouras.

‎"Se um dia tiver que escolher entre o Mundo e o Amor, lembre-se: Se escolher o Mundo ficará sem Amor, mas se você escolher o Amor, com ele conquistará o Mundo" - Albert Einstein

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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

quarta-feira, 30 de outubro de 2013


Imagem do dia: "Prevenir nos céus"
No Dia Nacional da Prevenção do Cancro da Mama, a Liga Portuguesa contra o Cancro libertou balões em diferentes cidades do país.
http://bit.ly/1clUdJW
Foto: Fernando Veludo, Lusa

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

A SÍNDROME DO PENSAMENTO ACELERADO

Elevado stress, pressão arterial perigosa, acidentes vasculares cerebrais, depressão, ansiedade e ataques cardíacos (com morte súbita, por vezes) estão entre algumas das suas consequências mais funestas. É a Síndrome do Pensamento Acelerado - uma situação cada vez mais comum descrita pela primeira vez pelo psiquiatra Augusto Cury, tida como um dos males do século XXI.

O excesso e dispersão de atividades, a dificuldade em nos concentrarmos numa matéria de cada vez, as constantes interrupções ao que estamos fazendo (telemóveis/celulares tocando, colegas clamando ajuda, as reuniões, as entrevistas, os horários, a urgência das tarefas, etc.) e a multiplicidade de compromissos que vamos guardando na memória de curto prazo fazem com que a velocidade de actuação da mente se acelere ao ponto de entrarmos num estado de tensão psíquica e de esgotamento das nossas reservas de energia cerebral.

Problema não menos grave é que esta perturbação prejudica a nossa capacidade de tomar decisões e a memória. Os erros acumulam-se e, direita ou indirectamente, podemos estar a prejudicar os nossos filhos, a nossa família e o nosso emprego.

Nelson S Lima


Paraplégico faz bungee jumping em cadeira de rodas

Paraplégico faz bungee jumping em cadeira de rodas
© Riley Martin
Um jovem paraplégico de 21 anos acaba de mostrar ao mundo que as limitações físicas não são um impedimento mesmo para as aventuras mais radicais. No passado fim-de-semana, o canadiano Riley Martin decidiu fazer bungee jumping e saltou de uma altura de mais de 50 metros.

Riley Martin, natural de Kelowna, British Columbia, ficou paraplégico há quatro anos depois de um acidente de mota, mas não permitiu que a nova realidade o detivesse. Além de estar a frequentar a universidade, o jovem criou a sua própria lista de objetivos a cumprir e conseguiu, com esta experiência, concluir um deles.

Durante o programa televisivo Good Morning America, da ABC News, Martin contou que o desejo de experimentar o desporto radical surgiu após um amigo lhe ter mostrado um vídeo de um outro canadiano paraplégico, Rich Hansen, que percorreu 34 países em cadeira de rodas nos anos 80, a fazer bungee jumping, o que o convenceu a dar o salto.

"Liguei para [empresa] Whistler Bungee para marcar o salto e só no final é que mencionei que era paraplégico e me deslocava em cadeira de rodas. Eles disseram-me que não havia problema e que prendiam a minha cadeira de rodas com os arnês e assim foi", recordou o jovem. 

sábado, 21 de setembro de 2013

Carlos Guevara's Struggles Won't Hold Him Back - THE X FACTOR USA 2013


A síndrome de Tourette ou síndrome de la Tourette é uma desordem neurológica ou neuroquímica caracterizada por tiques, reações rápidas, movimentos repentinos (espasmos) ou vocalizações que ocorre repetidamente da mesma maneira com considerável frequência. Esses tiques motores e vocais mudam constantemente de intensidade e não existem duas pessoas no mundo que apresentem os mesmos sintomas. 

quarta-feira, 31 de julho de 2013



Bipolaridade

http://oficinadepsicologia.com/quando-a-bipolaridade-mora-ao-lado

Quando a bipolaridade mora ao lado

Isabel Policarpo
Isabel Policarpo
A perturbação bipolar é uma afecção com consequências importantes não só para o próprio, mas também para todo o agregado familiar.
Efectivamente, a perturbação bipolar tem efeitos bem reais na vida de quem dela sofre. Não é fácil viver num constante carrossel de emoções – ora sentindo que “somos donos do mundo” ora experienciando que “nem nós nem a nossa vida tem qualquer valor ou interesse”.
Os “altos e os baixos” que caracterizam a bipolaridade prejudicam o bem-estar e o desempenho das tarefas do quotidiano, dado que é árduo manter um fio condutor e um comportamento estável e minimamente previsível. Assim por exemplo, pode ser difícil manter o emprego ou apresentar um desempenho escolar regular. Quando existe um pico, seja positivo seja negativo, a produtividade no local de trabalho e na escola sofre variações muito grandes e a capacidade de tomar decisões fica afectada.
As relações com os outros podem também tornar-se um pesadelo. As oscilações de humor conduzem ora a conflitos, ora a isolamento, levando frequentemente as pessoas queridas a afastarem-se por não compreenderem o que se passa e/ou não conseguirem lidar com a situação. No seio da família, é frequente a confusão e o medo.
A alegria por si só não é sinónimo de bem-estar e felicidade. De facto a alegria inesperada tem potencial para gerar surpresa, mas também conflitos e decisões repentinas com consequências graves, uma vez que os picos positivos levam muitas vezes a gastos irresponsáveis, a comportamentos sexuais de risco, ao abuso de drogas e álcool e a situações de perigo para o próprio pela ausência do medo.
Um dos principais problemas da fase maníaca é o indivíduo perder a inibição social, o que o pode conduzir a situações vexatórias e geradoras de violência por falta de sentido crítico. Também é comum a irritabilidade, que associada com a impulsividade, pode levar o indivíduo a envolver-se em brigas e em situações de brutalidade e negligência.
Durante os delírios de grandeza, os gastos tendem a ser muito acima do que a capacidade financeira permite, mas devido ao grande optimismo é possível não só que o indivíduo empreste dinheiro a pessoas que mal conhece e que podem aproveitar-se da situação, mas também que se endivide ou perca muito dinheiro, comprometendo os bens de família.
Mas a fase depressiva também ela comporta consequências negativas. Os picos negativos afastam os membros da família e lançam nuvens sobre o ambiente familiar. O indivíduo sente-se em geral abatido, quieto e triste. Pode dormir muito como uma fuga ao convívio e reclamar de cansaço em tarefas simples como escovar os dentes. Geralmente demonstra pouco interesse pelos acontecimentos que o rodeiam e isola-se da família e amigos.
Nesta fase há distúrbios do apetite e quebras da imunidade, o que o deixa o indivíduo mais predisposto a contrair doenças. Em alguns casos a depressão pode manifestar-se de forma psicossomática – são comuns as dores no corpo ou cabeça.
Nesta fase é habitual o indivíduo sentir-se culpado por erros do passado e pelos fracassos da sua vida. Pode haver irritabilidade, lamentos, e auto-recriminação. São comuns os pensamentos suicidas, uma vez que o indivíduo se sente mal com a sua vida e sem energia para poder mudá-la. A consequência mais grave de uma depressão pode ser a concretização do suicídio.
A perturbação do humor – depressiva ou maníaca, é por vezes tão severa que para além de causar prejuízos acentuados no funcionamento ocupacional e nas atividades sociais ou nos relacionamentos com outros, pode chegar a exigir a hospitalização, como um meio de evitar danos a si mesmo e aos outros.
A ideia romântica e algo divulgada de que a bipolaridade está associada à genialidade está longe de ser verdadeira. Apenas 10% dos bipolares são considerados génios, os outros 90% são normais e padecem de todas as dores psíquicas que derivam do facto de terem desenvolvido a doença.
Hoje é possível controlar a doença, não tem de viver assim, nem de causar tanto sofrimento a si próprio nem aos seus familiares e amigos. Peça ajuda.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Mortes por vacinas acobertadas mundialmente (Alex Jones)




vaccinationaAs suspeitas foram confirmadas para aqueles que desconfiavam sobre vacinar os seus filhos. Um estudo recente corrobora outras pesquisas de estudo independentes comparando crianças não vacinadas e as crianças vacinadas.
Todos eles mostram que as crianças vacinadas têm  2-5 vezes mais doenças infantis e alergias do que as crianças não vacinadas.
Originalmente, o recente estudo que está ainda a decorrer comparou crianças não vacinadas contra uma pesquisa nacional de saúde alemã conduzida pela KiGGS, envolvendo mais de 17 mil crianças de até 19 anos de idade. Este estudo actualmente em curso foi iniciado pelo clássico homoeopathist Andreas Bachmair.
No entanto, a conexão americana para o estudo de Bachmair pode ser encontrado aqui, sendo que este site adicionou um link para os pais de crianças vacinadas poderem participar no estudo. Até agora, esta pesquisa em andamento tem bem mais de 11.000 pessoas,  principalmente dos EUA. Outros estudos examinaram pequenos grupos de famílias.
No entanto, os resultados foram semelhantes. Claro, nenhum desses estudos mereceu a atenção da maintream media. Nenhum foi financiados pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças  (CDC) ou a Organização Mundial de Saúde  (OMS) ou qualquer agência de saúde nacional ou internacional ou grupo de profissão médica.
Eles não se atrevem a comparar objectivamente a saúde de crianças não vacinadas com crianças vacinadas e perturbar a sua mania de vacinação. O foco de todos os estudos foi principalmente sobre doenças infantis que ocorrem quando as crianças atingem uma idade mais madura.
Lesões dramáticas, debilitantes ou letais não foram o foco já que tão poucos,  cinco por cento ou menos , na verdade, são reportados ao VAERS (Vaccine Adverse Reporting System Injury) nos EUA por vários motivos, incluindo:
* É um sistema complexo, que obriga a que o praticante de medicina abdique do seu tempo de consultório.
* A maioria dos pais não sabem nada sobre ele.
* Somente reacções adversas que ocorrem imediatamente após a vacinação são considerados.
* Visto que a VAERS é voluntária, a maioria dos médicos não se querem incriminar com lesões de vacinação e mantêm a sua negação sobre os perigos da vacinação.
Consequentemente, até mesmo as mais terríveis reacções adversas são minimamente reconhecidas, enquanto que as questões negativas para a saúde a longo prazo resultantes de vacinas não são sequer consideradas relevantes.
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Diferentes pesquisas resumidas
As doenças da infância geralmente colocadas aos entrevistados pelas pesquisas independentes envolvia asma, amigdalite, bronquite crónica  sinusite, alergias, eczema, infecções de ouvido, diabetes, distúrbios do sono, enurese noturna, dislexia, enxaqueca, hiperactividade  ADD, epilepsia, depressão, e o lento desenvolvimento da fala ou habilidades motoras.
Em 1992, um grupo da Nova Zelândia chamado de  Sociedade consciência de Imunização  (IAS) pesquisou 245 famílias, com um total de 495 crianças. As crianças foram divididas com 226 vacinados e 269 não vacinados. Oitenta e uma famílias tinham crianças vacinados e não vacinadas.
As diferenças foram dramáticas, com crianças não vacinadas que mostram muito menos incidência de doenças comuns da infância do que crianças vacinadas.
Através de uma pesquisa diferente na Ilha do Sul da Nova Zelândia na cidade de Christchurch, entre as crianças nascidas durante ou depois de 1977, crianças não vacinadas não apresentaram eventos de asma, onde quase 25% das crianças vacinadas foram tratadas por asma aos 10 anos de idade.
Muitos dos comentários de pais que são contra a vacinação sobre a pesquisa Bachmair, mencionam os perigos que a vacinação trás no desenvolvimento sobre a verdadeira imunidade natural.
A imunologista PhD que escreveu o livro  Ilusão da vacina , Dr. Tetyana Obukhanych, foi contra o dogma da sua formação médica. Afirma que a verdadeira imunidade a qualquer doença não é ganha através das vacinas mas sim a exposição a doenças, naturais ou não. 
Talvez o mais informal levantamento das bases acontecendo agora é por Tim O’Shea, DC, autor de Vacinação não é Imunização . Ele simplesmente tem pais que são contra a vacinação que lhe enviam e-mails com comparações de saúde dos seus filhos em relação a amigos e familiares que têm crianças vacinadas. Isto e muito mais está disponível no seu site.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Autismo

Menina autista de três anos pinta quadros valiosos

Tem apenas três anos, é autista e, embora ainda não saiba falar, tem um talento extraordinário para se expressar através... da pintura. A pequena Iris Grace Halmshaw, uma menina inglesa residente em Leicestershire, está a impressionar o mundo com os seus quadros, que têm sido vendidos por valores que já chegaram às 1.500 libras cada (cerca de 1.750 euros).
 Three-year-old Iris has wowed the art world with her colourful paintings
"Começámos a encorajar a Iris a pintar para a ajudar com a terapia da fala e a concentração, mas acabámos por nos aperceber de que ela é realmente talentosa e consegue manter-se focada em cada obra durante um período de tempo incrível de aproximadamente duas horas", explicam os pais, Arabella Carter-Johnson e Peter-Jon Halmshaw, no site criado para divulgar as pinturas da menina.
 
"Decidimos partilhar a arte dela como forma de chamar a atenção para a sua condição de autista e para inspirar outras famílias na mesma situação, porque o autismo afeta, atualmente, cerca de 100.000 crianças no Reino Unido e os números estão a crescer", acrescentam os progenitores.

Quando o fizeram, porém, Arabella e Peter-Jon não esperavam uma reação tão calorosa às obras da filha. A página onde dão a conhecer os seus quadros no Facebook já ultrapassou os 6.000 seguidores e, de acordo com o jornal britânico Daily Mail, um colecionador privado acaba de comprar dois dos seus trabalhos originais por 1.500 libras (cerca de 1.750 euros) cada.
 
Além disso, desvenda o diário, os quadros estão a ser vendidos por valores mínimos que rondam as 295 libras (aproximadamente 300 euros) e já está a ser planeada uma exibição a título individual em Londres, à qual se seguirá um leilão dos quadros.
 
"Nós preparamos as tintas, ela escolhe aquelas que quer usar e, quando precisa de mais, pede-nos. O autismo fez com que desenvolvesse uma forma de pintar que nunca vimos numa criança da idade dela", afirmam os pais, orgulhosos, salientando que a menina tem uma grande compreensão "das cores e de como elas interagem entre si".
 
"Ela ilumina-se com entusiasmo e felicidade quando apresentamos os quadros ao mundo, isso deixa-a sempre mais bem-disposta. A Iris encontrou uma forma de se expressar que é tão bonita que quisémos partilhá-la", continuam os progenitores.


Terapia e pintura têm trazido grandes progressos
 
Iris foi diagnosticada com autismo em 2011 e, desde então, tem feito enormes progressos. "Com a ajuda dos especialistas melhorou muito num curto espaço de tempo", garantem Arabella e Peter-Jon, que contam que a filha adora a Natureza, livros, fotografias e dançar em bicos de pés e que segura sempre algo na mão esquerda.
 
"Ela costumava perder-se nos livros, raramente estabelecia contacto visual, não queria nem sabia brincar connosco e ficava desesperada junto de outras crianças. Agora, brinca, comunica através dos próprios sinais e dorme muito melhor", congratulam-se ambos.
 
"Ainda temos um longo caminho a percorrer no que toca às competências sociais e à fala, mas estamos a ter mais 'dias bons' e uma das atividades favoritas dela é pintar", concluem os pais, que acreditam que a expressão dos sentimentos da menina através da arte a tem ajudado a progredir.
 

Herois