sábado, 5 de outubro de 2013

Sabemos como é a vida: num dia dá tudo certo e no outro as coisas já não são tão perfeitas assim. Altos e baixos fazem parte da construção do nosso caráter. Afinal, cada momento, cada situação, que enfrentamos em nossas trajetórias é um desafio, uma oportunidade única de aprender, de se tornar uma pessoa melhor. Só depende de nós, das nossas escolhas...
Não sei se estou perto ou longe demais, se peguei o rumo certo ou errado. Sei apenas que sigo em frente, vivendo dias iguais de forma diferente. Já não caminho mais sozinho, levo comigo cada recordação, cada vivência, cada lição. E, mesmo que tudo não ande da forma que eu gostaria, saber que já não sou a mesma de ontem me faz perceber que valeu a pena.
Procure ser uma pessoa de valor, em vez de procurar ser uma pessoa de sucesso. O sucesso é só conseqüência.
Albert Einstein
Alerta - Computador em cima da cama

ISTO É UM ALERTA!
Para quem sente a necessidade de compartilhar esta informação. Compartilhe isto a todas as pessoas. Você pode salvar vidas. Um casal perdeu seu filho de 25 anos de idade num incêndio em casa no dia 4 de junho. O filho que se havia formado com um MBA da Universidade de Wisconsin-Madison, e duas semanas depois tinha chegado em casa para passar algum tempo. Naquele dia tinha almoçado com o pai em casa e depois foi limpar seu quarto. Quando decidiu fazer uma soneca enquanto esperava por sua mãe que vinha do trabalho. Algum tempo depois os vizinhos ligaram para o 112, quando viram sair fumo preto de dentro da sua casa. Infelizmente, o rapaz de 25 anos morreu no quarto. Levou vários dias de investigação para descobrir a causa do incêndio. Foi determinado que o fogo foi causado pelo computador descansando em cima da cama. Ele, levou o portátil para a cama, o ventilador de refrigeração não conseguiu o ar para refrigerar o computador e foi isso que causou o fogo. Ele nem acordou, porque morreu ao inalar monóxido de carbono. Muitos de nós temos o hábito de usar o computador enquanto estamos na cama. E acabamos muitas vezes por adormecer. Assim, é importante que as pessoas que têm este hábito de levar o pc para a cama, e daí teclarem, revejam esse hábito decidindo mudar esta prática para não cometer este erro. O risco é real e deve-se fazer deste alerta uma regra para não usar o laptop na cama com cobertores e travesseiros à volta. Por favor, eduque todas as pessoas que você puder. Passe a todos que você conhece, com este gesto você pode salvar algumas vidas.
NÃO ESCONDA A TRISTEZA

Apesar de vivermos quase numa "Ditadura da Felicidade", temos que entender que a vida feliz não se constitui apenas de momentos alegres e prazerosos, mas de um repertório variado de emoções que dão sentido a nossa condição humana.
Na verdade, não deveríamos ter vergonha de revelar quando estamos tristes em nosso contexto social, pois, assim como a felicidade, a tristeza é também um sentimento legítimo e deve ser encarado sem preconceito em nosso repertório de emoções.
A tristeza não é a mesma coisa que depressão. Tristeza é um estado passageiro onde ficamos mais quietos e sensíveis, em busca do silêncio e da solidão para nos refazermos. Estar triste não deve ser encarado como uma anomalia, mas como a revelação do nosso cansaço com desilusões, frustrações e repetições da vida.
Quando encaramos a tristeza como sinal de fraqueza ou desadaptação, preferimos maquiar nossas emoções com comportamentos aceitos socialmente, onde tudo deve parecer estar bem e o sorrisos nunca podem faltar em nosso semblante. Por isso, tentamos a todo custo disfarçar e sufocar nossa tristeza, ao invés de tentar compreende-la e nos permitir a essa experiência humana.
Ao invés de viver numa farsa, permita-se experienciar sua tristeza passageira, pois ficar triste não é um erro ou sinal de fraqueza, ela é uma necessidade desse nosso jeito humano de ser.
Pedro Leite Machado
Psicólogo Especialista em Gestalt-terapia Clínica
OPP envia carta às mil maiores empresas em Portugal
Seguindo a estratégia de sensibilização e informação junto das organizações, a Ordem dos Psicólogos Portugueses enviou recentemente uma carta às mil maiores empresas em Portugal a explicar as vantagens e valências dos Psicólogos em ambiente organizacional.

Carta enviada:
“No actual contexto sócio-económico, as empresas estão confrontadas com desafios que se prendem com a sustentabilidade dos negócios, a manutenção dos postos de trabalho e a consecução de objectivos cada vez mais difíceis e exigentes.
Por outro lado, o clima de crise e de imprevisibilidade em que vivemos, gera stress, insegurança e ansiedade nos trabalhadores.
Fruto desta realidade, o stress e burnout entre os trabalhadores tem aumentado, reduzindo o seu desempenho e afectando a competitividade das empresas.
De acordo com o Labour Force Survey de 2007, 40% dos trabalhadores da Europa a 27, ou seja, 80 milhões de trabalhadores, referem ter estado expostos a situações laborais que podem afectar negativamente a sua saúde física. Destes 80 milhões, 62% refere ter estado de baixa por razões de saúde e 27% referiu ter estado de baixa pelo menos um mês.
Segundo o mesmo Survey, 27% dos trabalhadores da Europa a 27, isto é 56 milhões de pessoas, estiveram sujeitas a factores que podem prejudicar o seu bem-estar psicológico. Stress, depressão e ansiedade são as queixas referidas por 12,45% dos homens e 15,55% das mulheres.
Um estudo da Aliança Europeia contra a Depressão, feito em 2012, revela que os custos da depressão atingem os 92 mil milhões de euros na União Europeia. Estes custos estão relacionados com absentismo, baixas de produtividade, baixas médicas, tempo de trabalho perdido, entre outros. De acordo com este estudo, os dias de trabalho que estes trabalhadores tiveram que tirar e que a doença os impediu de trabalhar é em média de 35,9 dias.
Em Portugal, o absentismo e a incapacidade prolongada devido ao stress relacionado com o trabalho e a problemas de saúde mental, tem vindo a agravar-se.
As consequências de uma má saúde mental criam, para além do absentismo, inúmeros efeitos negativos para as empresas, tais como, níveis de desempenho e produtividade reduzidos, pouca motivação e elevada rotatividade dos trabalhadores.
Perante estes factos, torna-se imperativo que as empresas invistam cada vez mais na saúde mental dos seus colaboradores, através da contratação de Psicólogos com competências para enfrentarem estas situações.
Em termos funcionais, o Psicólogo que trabalha num contexto organizacional, realiza:
- O acompanhamento de colaboradores em processos individuais ou em grupo (stress organizacional, gestão de trabalho, comunicação, liderança);
- Processos de avaliação de desempenho, acolhimento e integração dos colaboradores e levantamento de necessidades de formação;
- Gerir processos de mudança, analisar políticas remuneratórias e de progressão na carreira, desenvolver acções de formação internas, liderar processos de selecção e recrutamento de pessoal e de processos de comunicação organizacional.
Em todo o mundo, os resultados da intervenção dos Psicólogos nas empresas é reconhecido e está amplamente divulgado; todavia, esta é uma realidade que ainda não chegou a Portugal. De acordo com um inquérito Europeu a empresas sobre os Riscos Novos e Emergentes (ESENER, 2012) realizado pela Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho, 79% dos gestores europeus estão preocupados com o stress no trabalho, enquanto em Portugal, cerca de 85% dos gestores considera o stress um tema importante. Porém, apenas 13% das empresas nacionais inquiridas, declararam ter procedimentos para lidar com o stress e só 12,6% dessas organizações declararam dispor de acompanhamento psicológico.
Na generalidade das empresas portuguesas, uma intervenção de um Psicólogo organizacional pode:
- Melhorar a relação colaborador-empresa;
- Aumentar a satisfação dos colaboradores;
- Promover o desenvolvimento, a motivação e a melhoria do desempenho dos colaboradores;
- Promover o sentimento de inclusão e de realização de um trabalho com sentido;
- Dinamizar equipas a gerir conflitos;
- Reduzir os períodos de baixas e atestados;
- Diminuir o stress;
- Diminuir o número de casos de pouca adesão ao trabalho proposto;
- Melhorar e aumentar os processos de produtividade e de melhoria contínua.
Paralelamente, um Psicólogo organizacional tem as valências necessárias para criar ambientes criativos na resolução de problemas, extinguir comportamentos que se tornaram maus hábitos nas empresas, desenvolver actividades que supram as necessidades das organizações e as tornem competitivas no actual mercado globalizado de trabalho.
Estas são apenas algumas das áreas em que o Psicólogo pode intervir numa organização/empresa.
Se a sua empresa possui profissionais nesta área, verifique se os mesmos têm a sua situação legal regularizada, sendo possuidores de uma cédula profissional da Ordem dos Psicólogos Portugueses. Se ainda não tem, a OPP sugere que invista em Psicólogos na sua e