quarta-feira, 10 de julho de 2013
INTELIGÊNCIA VEM DA MÃE
A inteligência é hereditária e é transmitida pelas mães aos filhos. Exactamente por isso, e sem o fazerem conscientemente, os homens procuram casar com mulheres até três vezes mais inteligentes que eles próprios.
Por:Sandra R. dos Santos
Estas são as conclusões de um estudo sobre o papel da selecção sexual na evolução da inteligência humana elaborado por um grupo de cientistas do Departamento de Antropologia da Universidade de Coimbra. Estes cientistas procuram agora localizar o gene da inteligência.Por:Sandra R. dos Santos
Em declarações ao CM, um dos elementos da equipa de investigadores da Universidade de Coimbra, Hamilton Correia, explicou que “contrariamente à teoria actual, segundo a qual a inteligência é determinada por cerca de uma centena de genes”, os cientistas de Coimbra descobriram que afinal “existem apenas um ou dois genes responsáveis pela inteligência de cada um e que estes genes provêem da mãe”.
“À semelhança do que já se tinha verificado nos estudos com ratos, também nos humanos são as mulheres que transmitem os genes da inteligência aos seus filhos”, explica Hamilton Correia, adiantando que “se tivermos uma mãe inteligente temos 80% de possibilidades de também sermos inteligentes”.
Este trabalho, desenvolvido ao longo de dois anos, teve por base uma amostra de 66.598 casais portugueses vem, também, mostrar que os homens dão uma importância maior à inteligência do que as mulheres. “As análises que efectuámos em relação ao casamento na sociedade portuguesa mostram que os homens preferem casar com mulheres até três vezes mais inteligentes”.
O investigador esclarece, porém, que este estudo não vem provar que as mulheres são mais inteligentes que os homens ou vice-versa. “A média de inteligência geral não é diferente entre os dois sexos, contudo os casos de extremos verificam-se mais no sexo masculino, ou seja, existem muito mais génios e deficientes mentais no sexo masculino”.
Os resultados do estudo efectuado pela equipa coimbrã revelam que “pode existir uma razão biológica para que o insucesso escolar seja sobretudo um problema do sexo masculino”. Por conseguinte, e como explica Hamilton Correia, quando o gene da inteligência for localizado “muitos dos problemas associados a dificuldades cognitivas, como o insucesso escolar, poderão ser resolvidos”.
O estudo realizado pela equipa composta, além de Hamilton Correia, pelos professores Manuel Laranjeira e Paulo Gama Mota foi publicado no número de Abril da revista britânica de ciência social “Journal of Biosocial Science” da Universidade de Cambridge.
ESTUDOS EM CURSO
O Departamento de Antropologia da Universidade de Coimbra está a desenvolver mais três estudos relacionadas com a inteligência. Um destes estudos tem por objectivo determinar se há uma relação entre o peso de uma criança quando nasce e o seu desempenho escolar. Outra investigação também relacionada com o sucesso escolar procura saber qual é a relação entre a medida do cérebro e as notas obtidas pelas crianças e adolescentes na escola. O terceiro estudo está relacionado com a hereditariedade da inteligência e visa estabelecer uma relação entre as notas que as mães tiveram quando andavam na escola e as notas obtidas pelos seus filhos. Nenhum destes estudos está ainda completo, mas o Departamento de Antropologia espera poder publicar alguns resultados dentro de dois ou três meses.
Horas de deitar irregulares podem afectar cérebro das crianças
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/horas-de-deitar-irregulares-podem-afectar-cerebro-das-criancas-1599696
PÚBLICO
Estudo comparou aprendizagem de crianças que iam para a cama sempre à mesma hora e daquelas cujos pais não tinham uma rotina. Raparigas são mais afectadas.
As crianças que durante a semana não conseguem manter uma rotina
que passe por irem para a cama sempre às mesmas horas poderão ficar com o
cérebro afectado, nomeadamente com mais dificuldade em assimilar as novas
informações.
As conclusões são de uma
equipa de investigadores da University College London e acabam de ser
publicadas no Journal of Epidemiology and Community
Health. De acordo com os cientistas, quando não há uma rotina do
sono, ainda assim, os efeitos negativos são mais sentidos pelas raparigas do
que pelos rapazes, explica o diário britânico The Guardian.
O estudo procurou perceber
os efeitos de horários de sono irregulares no desenvolvimento cerebral em
crianças ainda pequenas. Para isso, os investigadores utilizaram informações do
UK Millennium Cohort Study, uma base de dados que contém informações de várias
áreas. Os investigadores escolheram uma amostra de adolescentes cujos dados
eram acompanhados desde a infância e compararam os dados relativos ao ciclo de
sono com os resultados em alguns testes.
O trabalho contou com a
participação dos pais. Os que responderam que os seus filhos iam para a cama
“sempre” ou “quase sempre” às mesmas horas foram colocados no grupo dos
regulares e os que responderam “algumas vezes” ou nunca” foram para os
irregulares.
A equipa, liderada por
Amanda Sacker, olhou em especial para as informações das crianças quando
estavam casa dos três anos de idade e percebeu que tanto os rapazes como as
raparigas que tinham irregularidades no sono apresentavam mais tarde
dificuldades em áreas como a leitura, a matemática ou exercícios que
implicassem abstracção. O problema afectava mais as raparigas, tanto aos três
anos como mais tarde, aos cinco e aos sete anos.
Pelo contrário, as crianças
cujos pais mantinham uma rotina mais apertada tinham mais facilidade em
apreender a informação de situações novas. Além disso, de acordo com o estudo,
aparentemente quanto mais tempo perdurar a irregularidade maiores vão ser os
efeitos no futuro. Um dado curioso é que a hora a que as crianças se deitam
parece não ter influência, desde que seja sempre a mesma, ainda que seja mais
tarde.
“Os três anos parecem ser a
idade onde se vê um efeito mais claro” da privação de sono, disse Amanda Sacker
ao The Guardian, explicando que contrariar o
relógio do corpo humano tem implicações directas na aprendizagem. “Se uma
criança tiver irregularidades na hora de ir para a cama numa idade prematura,
não estará a sintetizar toda a informação à sua volta, e terão o trabalho mais
dificultado em fazê-lo quando fores mais velhas”, acrescentou. “Dormir é o
preço que pagamos pela plasticidade [do cérebro] no dia anterior e o
investimento necessário para permitir aprender com a cabeça fresca no dia
seguinte”, escrevem os autores, citados pelo mesmo jornal.
Mortes por vacinas acobertadas mundialmente (Alex Jones)
Crianças Vacinadas têm até 500% Probabilidades de Ficarem Doentes do que Crianças não Vacinadas
As suspeitas foram confirmadas para aqueles que desconfiavam sobre vacinar os seus filhos. Um estudo recente corrobora outras pesquisas de estudo independentes comparando crianças não vacinadas e as crianças vacinadas.
Todos eles mostram que as crianças vacinadas têm 2-5 vezes mais doenças infantis e alergias do que as crianças não vacinadas.
Originalmente, o recente estudo que está ainda a decorrer comparou crianças não vacinadas contra uma pesquisa nacional de saúde alemã conduzida pela KiGGS, envolvendo mais de 17 mil crianças de até 19 anos de idade. Este estudo actualmente em curso foi iniciado pelo clássico homoeopathist Andreas Bachmair.
No entanto, a conexão americana para o estudo de Bachmair pode ser encontrado aqui, sendo que este site adicionou um link para os pais de crianças vacinadas poderem participar no estudo. Até agora, esta pesquisa em andamento tem bem mais de 11.000 pessoas, principalmente dos EUA. Outros estudos examinaram pequenos grupos de famílias.
No entanto, os resultados foram semelhantes. Claro, nenhum desses estudos mereceu a atenção da maintream media. Nenhum foi financiados pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) ou a Organização Mundial de Saúde (OMS) ou qualquer agência de saúde nacional ou internacional ou grupo de profissão médica.
Eles não se atrevem a comparar objectivamente a saúde de crianças não vacinadas com crianças vacinadas e perturbar a sua mania de vacinação. O foco de todos os estudos foi principalmente sobre doenças infantis que ocorrem quando as crianças atingem uma idade mais madura.
Lesões dramáticas, debilitantes ou letais não foram o foco já que tão poucos, cinco por cento ou menos , na verdade, são reportados ao VAERS (Vaccine Adverse Reporting System Injury) nos EUA por vários motivos, incluindo:
* É um sistema complexo, que obriga a que o praticante de medicina abdique do seu tempo de consultório.
* A maioria dos pais não sabem nada sobre ele.
* Somente reacções adversas que ocorrem imediatamente após a vacinação são considerados.
* Visto que a VAERS é voluntária, a maioria dos médicos não se querem incriminar com lesões de vacinação e mantêm a sua negação sobre os perigos da vacinação.
* A maioria dos pais não sabem nada sobre ele.
* Somente reacções adversas que ocorrem imediatamente após a vacinação são considerados.
* Visto que a VAERS é voluntária, a maioria dos médicos não se querem incriminar com lesões de vacinação e mantêm a sua negação sobre os perigos da vacinação.
Consequentemente, até mesmo as mais terríveis reacções adversas são minimamente reconhecidas, enquanto que as questões negativas para a saúde a longo prazo resultantes de vacinas não são sequer consideradas relevantes.
Diferentes pesquisas resumidas
As doenças da infância geralmente colocadas aos entrevistados pelas pesquisas independentes envolvia asma, amigdalite, bronquite crónica sinusite, alergias, eczema, infecções de ouvido, diabetes, distúrbios do sono, enurese noturna, dislexia, enxaqueca, hiperactividade ADD, epilepsia, depressão, e o lento desenvolvimento da fala ou habilidades motoras.
Em 1992, um grupo da Nova Zelândia chamado de Sociedade consciência de Imunização (IAS) pesquisou 245 famílias, com um total de 495 crianças. As crianças foram divididas com 226 vacinados e 269 não vacinados. Oitenta e uma famílias tinham crianças vacinados e não vacinadas.
As diferenças foram dramáticas, com crianças não vacinadas que mostram muito menos incidência de doenças comuns da infância do que crianças vacinadas.
Através de uma pesquisa diferente na Ilha do Sul da Nova Zelândia na cidade de Christchurch, entre as crianças nascidas durante ou depois de 1977, crianças não vacinadas não apresentaram eventos de asma, onde quase 25% das crianças vacinadas foram tratadas por asma aos 10 anos de idade.
Muitos dos comentários de pais que são contra a vacinação sobre a pesquisa Bachmair, mencionam os perigos que a vacinação trás no desenvolvimento sobre a verdadeira imunidade natural.
A imunologista PhD que escreveu o livro Ilusão da vacina , Dr. Tetyana Obukhanych, foi contra o dogma da sua formação médica. Afirma que a verdadeira imunidade a qualquer doença não é ganha através das vacinas mas sim a exposição a doenças, naturais ou não.
Talvez o mais informal levantamento das bases acontecendo agora é por Tim O’Shea, DC, autor de Vacinação não é Imunização . Ele simplesmente tem pais que são contra a vacinação que lhe enviam e-mails com comparações de saúde dos seus filhos em relação a amigos e familiares que têm crianças vacinadas. Isto e muito mais está disponível no seu site.


